<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-24863994</id><updated>2012-01-31T03:16:41.479-04:00</updated><category term='CT'/><category term='museus'/><category term='cultura_científica'/><title type='text'>Alfabetização e Letramento em Ciência e Tecnologia</title><subtitle type='html'>Este Blog foi criado para compartilhar experiências e facilitar a discussão entre os participantes do Mestrado de Educação Tecnológica do CEFET-MG e o público em geral.

Sejam bem-vindos!</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://letramentocientifico.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24863994/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://letramentocientifico.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>D.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17566883422799935829</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_2B72BP6tol8/SPlbnIXKCqI/AAAAAAAABGk/YYNdDgOhgEA/S220/FOTOLATTES.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>35</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-24863994.post-2810694831190096890</id><published>2007-04-10T22:20:00.002-05:00</published><updated>2007-04-10T22:28:05.137-05:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='CT'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cultura_científica'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='museus'/><title type='text'>Pesquisadores discutem papel dos museus</title><content type='html'>Não são apenas as pesquisas que provocam debates, divergências e polêmicas entre os cientistas. Também a divulgação da ciência e a constituição dos museus de ciência apresentam esse tipo de tensão e de controvérsia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Grande parte dos cientistas defende que os museus de ciência devem proporcionar o contato com os procedimentos da pesquisa científica e os conceitos teóricos nela envolvidos, desde o seu início até a obtenção dos resultados. Tudo isso de maneira descontraída, cumprindo a função de entreter e educar. Esse processo tem um forte componente de cidadania: acredita-se que cada indivíduo que passa pelo museu torna-se mais apto a opinar sobre assuntos relacionados ao dia-a-dia, tais como transgênicos, clonagem, preservação do meio-ambiente e outros que exigem uma base científica mínima para se emitir uma opinião mais convincente.&lt;br /&gt;Segundo Gilson Antunes da Silva, professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e pesquisador do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), os museus também devem discutir aspectos éticos e sociais da ciência. Diante de uma tendência de privatização de algumas áreas, na qual o sigilo industrial e o lucro são priorizados em detrimento da ética, o conhecimento sobre ciência funciona como um mecanismo de defesa para a sociedade. Silva afirma que "quanto maior for o nível de cultura científica do cidadão, maior será a possibilidade do controle social da ciência e da tecnologia, neutralizando essa tendência pela participação cívica e cotidiana, afirmando o bem comum como finalidade da ciência."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;No entanto, alguns pesquisadores defendem que a divulgação científica deve relativizar a própria ciência&lt;/span&gt;,&lt;/strong&gt; apresentando também suas controvérsias e situando-a em um contexto social mais amplo. A professora Margareth Lopes, do Instituto de Geociências da Unicamp e pesquisadora da área de museologia, partilha dessa opinião: &lt;span style="color:#006600;"&gt;"&lt;strong&gt;A cultura científica é apenas uma das formas de cultura. A ciência não tem um status epistemológico superior a outras manifestações culturais. É uma atividade mundana, social, praticada por pessoas que vivem em um determinado contexto sócio-econômico, em períodos históricos determinados".&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; Para a professora, isso implica desmitificar a ciência, que tem sua 'universalidade' e 'objetividade' questionadas desde os anos 1970, por uma forte produção bibliográfica acadêmica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Lopes isso também significa que os museus de ciência devem ser vistos como instituições de pesquisa, responsáveis pela construção de saberes historicamente situados, como alguns dos museus brasileiros foram concebidos. É o caso do Museu Paulista, fundado em 1893, voltado para as ciências naturais e para áreas disciplinares como paleontologia, antropologia e fisiologia experimental. Também se enquadra nesse grupo o Museu Histórico Nacional, de 1922, idealizado para construir uma "nova história oficial", enfatizando a identidade local de São Paulo e a atuação dos heróis paulistas na história do Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A professora da Unicamp justifica suas críticas a algumas tendências de museus de ciência atuais, lembrando um movimento ocorrido nas décadas de 1930 e 1940. Naquele momento, os museus deixaram de ser concebidos como locais de produção do conhecimento científico para exibir coleções de estudos ou práticas científicas sancionadas, prontas para ser ensinadas. Em um momento posterior, ganharam popularidade os science centers, idealizados nos EUA, que passaram a enfatizar suportes interativos com o público e recursos de informática.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;&lt;strong&gt;A professora conclui que, devido à exclusão das pesquisas nos museus, aos educadores resta o papel de simplificar ou distorcer "verdades inquestionáveis". O público, por sua vez, é visto como desprovido de qualquer saber ou poder. "Os museus acabam virando meros 'apêndices' da escola ou da universidade",&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; afirma a pesquisadora, citando o conceito desenvolvido pela especialista Waldina Rússio. Lopes evita citar exemplos atuais de museus que tenham uma abordagem adequada: "os museus que contemplam a história da ciência, em geral, abrem possibilidades. Porém, cada caso deve ser visto em seu contexto."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já Marcelo Firer, professor do Instituto de Matemática e Estatística e integrante do grupo de trabalho de implantação do Museu de Ciência da Unicamp, é crítico em relação ao questionamento da ciência como saber instituído. "Relativizar a ciência ou contestar a ciência por motivos ideológicos é algo como negá-la. Hoje o cidadão vive imerso na Ciência e na Tecnologia e não há saída fora dela", mas ele próprio faz uma relativização ao reconhecer que a ciência deve ser questionada como modelo, tal como se constatou que a mecânica de Newton era insuficiente para explicar o movimento das galáxias, apesar de servir para explicar o movimento dos planetas. O professor ainda define que a produção de conhecimento nos museus de ciência ocorre quando o público é levado a desenvolver um raciocínio a partir de um experimento e compreender um fenômeno: "Sob o ponto de vista do método, uma experiência começa quando se levanta hipóteses e termina quando temos a compreensão do fenômeno suficiente para prevermos eventos. Ainda que intuitivamente, esse processo deve estar presente no museu."&lt;br /&gt;A interatividade proporcionada pelos experimentos expostos também é apontada pelo professor como fundamental para o museu de ciência levar a uma reflexão sobre o que está sendo mostrado. Ele também destaca que, no entanto, essa construção do conhecimento pressupõe uma mediação, o que pode ser feito a partir do trabalho de um professor ou através de oficinas, por exemplo.&lt;br /&gt;Firer visitou recentemente o museu de ciência da PUC/RS e elaborou um relatório para o Grupo de Trabalho da Unicamp. Apontado na mídia como uma das experiências mais bem sucedidas na área, o museu tem competência reconhecida por agências de fomento como Capes, CNPq e Fundação Vitae. Ocupa uma área de 12.000 m2 e recebeu o ano passado 404.000 visitantes, dentre os quais 80% eram de público escolar. Os cerca de 700 experimentos contemplam diferentes áreas do conhecimento e diferentes graus de interatividade com o público. O museu ainda inclui o projeto museu itinerante, construído em um caminhão que leva cerca de 50 experimentos a diversas cidades do estado ao longo do ano. No relatório, o professor enumera as potencialidades da estrutura montada e elogia o modelo. Porém, no caso específico do museu da Unicamp, sugere a importância de reforçar a integração com um projeto pedagógico. Uma alternativa seria um trabalho específico, voltado para professores e monitores, a elaboração de textos para serem usados como guias temáticos, além de oficinas e laboratórios dirigidos especificamente ao público escolar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Museu de Ciência e Tecnologia da PUC/RS, que recebeu, em 2002, 404 mil visitantes&lt;br /&gt;O tema dos museus de ciência ainda é objeto de muitos debates e um campo muito fértil para discussões dentro da museologia. Gilson Antunes da Silva menciona algumas experiências de museu que procuram acrescentar outros saberes, não classificados como científicos, ao seu projeto educacional: "A experiência dos museus de síntese, como o Museu Nacional do México, procura investigar a medicina tradicional dos índios, resgatando seu valor símbólico e terapêutico. Há um reconhecimento dos saberes tradicionais, que aquela ciência positivista do século XIX não admitia. A ausência de diálogo entre aquilo que é classificado como pré-científico e científico hoje é muito relativizada". Silva também pontua outra experiência, o Museu da Civilização, em Otawa, no Canadá, que trabalha na mesma linha, porém com as comunidades de esquimós.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;publicado em &lt;a href="http://www.comciencia.br/reportagens/cultura/cultura08.shtml"&gt;http://www.comciencia.br/reportagens/cultura/cultura08.shtml&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/24863994-2810694831190096890?l=letramentocientifico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://letramentocientifico.blogspot.com/feeds/2810694831190096890/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=24863994&amp;postID=2810694831190096890&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24863994/posts/default/2810694831190096890'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24863994/posts/default/2810694831190096890'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://letramentocientifico.blogspot.com/2007/04/pesquisadores-discutem-papel-dos-museus_10.html' title='Pesquisadores discutem papel dos museus'/><author><name>D.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17566883422799935829</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_2B72BP6tol8/SPlbnIXKCqI/AAAAAAAABGk/YYNdDgOhgEA/S220/FOTOLATTES.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-24863994.post-4802996981553689186</id><published>2007-04-10T21:50:00.001-05:00</published><updated>2007-04-10T21:50:32.659-05:00</updated><title type='text'>Museu Asas De um Sonho</title><content type='html'>&lt;div xmlns='http://www.w3.org/1999/xhtml'&gt;&lt;p&gt;&lt;object height='350' width='425'&gt;&lt;param value='http://youtube.com/v/nCYmW-CJObI' name='movie'&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed height='350' width='425' type='application/x-shockwave-flash' src='http://youtube.com/v/nCYmW-CJObI'&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Propaganda da YR para o maior Museu da Aviação da AL.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/24863994-4802996981553689186?l=letramentocientifico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://letramentocientifico.blogspot.com/feeds/4802996981553689186/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=24863994&amp;postID=4802996981553689186&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24863994/posts/default/4802996981553689186'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24863994/posts/default/4802996981553689186'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://letramentocientifico.blogspot.com/2007/04/museu-asas-de-um-sonho.html' title='Museu Asas De um Sonho'/><author><name>D.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17566883422799935829</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_2B72BP6tol8/SPlbnIXKCqI/AAAAAAAABGk/YYNdDgOhgEA/S220/FOTOLATTES.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-24863994.post-5078226309811835007</id><published>2007-04-07T18:07:00.000-05:00</published><updated>2007-04-10T23:06:46.937-05:00</updated><title type='text'>OBJETOS TÉCNICOS E OBJETOS TECNOLÓGICOS</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:arial;color:#006600;"&gt;&lt;strong&gt;Achei interessante esta colocação da Silvania:&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#006600;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#006600;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.fsc.ufsc.br/ccef/port/23-1/artpdf/a3.pdf"&gt;ALFABETIZAÇÃO CIENTÍFICA E TECNOLÓGICA&lt;br /&gt;E A INTERAÇÃO COM OS OBJETOS TÉCNICOS&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#000000;"&gt;&lt;strong&gt;Silvania Sousa do Nascimento&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;II. Entre a Coisa e o objeto técnico&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;O desenvolvimento da sociedade industrial levou a técnica e a tecnologia a se alinharem às chamadas ciências aplicadas, incorporando a racionalidade científica de uma forma pragmática. A técnica pode ser designada pelo conjunto de gestos, procedimentos, artefatos e/ou ferramentas ligados a redes de sistemas de melhoramento e amplificação de uma performance específica tanto em relação ao ambiente quanto em resposta a novas demandas sociais (TIBON-CORNILLOT, 1994). &lt;span style="color:#990000;"&gt;&lt;strong&gt;Segundo Saldaña (1997), o constante desejo humano de transformação da realidade sempre gerou conflitos entre a técnica e a ciência. A primeira busca soluções imediatas e esclarecimentos pontuais do cotidiano, ao contrário da segunda, que modeliza o real sem diretamente lhe propor uma intervenção. A técnica, portanto, possibilita a extensão do gesto humano materializado em uma transformação da matéria em objetos; já a tecnologia, versão moderna da ampliação do jogo de poder da técnica individual e artesanal, rompe com as funções básicas do dia a dia nutrição e proteção e ultrapassa o gesto humano. Ela pretende criar novos objetos, novas regras e gestos e, portanto, novas necessidades.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; Encontramos facetas da tecnologia no conjunto de todas as culturas e essas são, em geral, registradas através de objetos pertencentes à cultura material. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Assim como advoga o filósofo François Dagognet (1989), o objeto é sempre a coisa carregada da subjetividade humana: delírio do fetiche ou pragmatismo do funcional ou lúdico. Segundo esse autor, a coisa , como uma pedra, que eventualmente pode se transformar no objeto peso de papel, revela a estrutura do mundo material, enquanto o objeto remete a intenção do sujeito. Logo, o peso de papel não pertence mais ao mundo da coisa , sendo remetido ao mundo dos objetos. Podemos avançar sobre o processo que transforma as substâncias naturais em coisas, e essas, em objetos, mais à frente ainda, em produtos ou bens materiais da cultura. Assim o objeto é um fato social e podemos acrescentar-lhe a natureza de existência de uma técnica que indica sua intenção funcional dentro do universo primeiro de nutrição e proteção. Tais coisas&lt;br /&gt;podem ser chamadas de objetos técnicos e carregam a finalidade demarcada em procedimentos de construção e uso. &lt;span style="color:#cc0000;"&gt;&lt;strong&gt;A tecnologia ampliou o universo dos objetos possibilitando a existência de objetos técnicos alheios às necessidades primeiras do homem, gerando assim uma variedade de novas necessidades e gestos.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/24863994-5078226309811835007?l=letramentocientifico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://letramentocientifico.blogspot.com/feeds/5078226309811835007/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=24863994&amp;postID=5078226309811835007&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24863994/posts/default/5078226309811835007'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24863994/posts/default/5078226309811835007'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://letramentocientifico.blogspot.com/2007/04/objetos-tcnicos-e-objetos-tecnolgicos.html' title='OBJETOS TÉCNICOS E OBJETOS TECNOLÓGICOS'/><author><name>D.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17566883422799935829</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_2B72BP6tol8/SPlbnIXKCqI/AAAAAAAABGk/YYNdDgOhgEA/S220/FOTOLATTES.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-24863994.post-5583762588011655080</id><published>2007-04-07T00:23:00.000-05:00</published><updated>2007-04-07T18:16:37.478-05:00</updated><title type='text'>TÉCNICA, TECNOLOGIA E CIÊNCIA</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_2B72BP6tol8/Rhcq53m84fI/AAAAAAAAAUc/t4qTQCGmCOc/s1600-h/tecnica_tecnologia.gif"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5050552680787534322" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_2B72BP6tol8/Rhcq53m84fI/AAAAAAAAAUc/t4qTQCGmCOc/s400/tecnica_tecnologia.gif" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#006600;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#006600;"&gt;&lt;strong&gt;Semana passada a discussão sobre TÉCNICA E TECNOLOGIA voltou a nos assombrar.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Arial;color:#006600;"&gt;Este &lt;a href="http://www.ppgte.cefetpr.br/revista/vol6/artigos/art12vol06.pdf"&gt;artigo&lt;/a&gt; de Milton Vargas é muito interessante. Vejam a citação acima. Cliquem nela para ver a ampliação.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Arial;color:#006600;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Arial;color:#006600;"&gt;Então TECNOLOGIA é uma versão elaborada da técnica...&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Arial;color:#006600;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Arial;color:#006600;"&gt;Este outro &lt;a href="http://www.faced.ufba.br/~edc287/t01/textos/01tecnologia.htm"&gt;artigo&lt;/a&gt; também é interessante, mas o texto está com problema de substituição de caracteres.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Arial;color:#006600;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Arial;color:#006600;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Arial;color:#006600;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;strong&gt;"A técnica está associada à noção do fazer, isto é - habilidade ou arte inata ao homem. A tecnologia une essa habilidade natural aos conhecimentos - práticos ou científicos - que foram sendo acumulados ao longo dos anos. &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;strong&gt;Os estudiosos afimam que a técnica resolve os problemas fundamentais do homem. A tecnologia satisfaz também seus deseios le sonhos). [...] .&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;strong&gt;A tecnologia possui significado próprio. Ela nào é o estudo da técnica. mas sim sua versão mais elahorada. [...A tecnologia não se confunde ...] com os produtos que ajuda a fabricar. Ela é maís abstrata (ou menos palpável) e incorpora a arte, a cultura, os conhecimentos e as térnicas do país que investiu muito tempo e dinheiro para chegar a um determinado estágio de desenvolvimento intelectual e material (Medeiros e Medeiros, 1993: 9, 12, 32 e 33). "&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/24863994-5583762588011655080?l=letramentocientifico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://letramentocientifico.blogspot.com/feeds/5583762588011655080/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=24863994&amp;postID=5583762588011655080&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24863994/posts/default/5583762588011655080'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24863994/posts/default/5583762588011655080'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://letramentocientifico.blogspot.com/2007/04/tcnica-tecnologia-e-cincia.html' title='TÉCNICA, TECNOLOGIA E CIÊNCIA'/><author><name>D.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17566883422799935829</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_2B72BP6tol8/SPlbnIXKCqI/AAAAAAAABGk/YYNdDgOhgEA/S220/FOTOLATTES.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_2B72BP6tol8/Rhcq53m84fI/AAAAAAAAAUc/t4qTQCGmCOc/s72-c/tecnica_tecnologia.gif' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-24863994.post-8727236117129974639</id><published>2007-03-31T20:59:00.001-05:00</published><updated>2007-03-31T20:59:46.275-05:00</updated><title type='text'>Science Museum Virtual Game</title><content type='html'>&lt;div xmlns='http://www.w3.org/1999/xhtml'&gt;&lt;p&gt;&lt;object height='350' width='425'&gt;&lt;param value='http://youtube.com/v/kavFlO-FCrc' name='movie'&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed height='350' width='425' type='application/x-shockwave-flash' src='http://youtube.com/v/kavFlO-FCrc'&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/24863994-8727236117129974639?l=letramentocientifico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://letramentocientifico.blogspot.com/feeds/8727236117129974639/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=24863994&amp;postID=8727236117129974639&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24863994/posts/default/8727236117129974639'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24863994/posts/default/8727236117129974639'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://letramentocientifico.blogspot.com/2007/03/science-museum-virtual-game.html' title='Science Museum Virtual Game'/><author><name>D.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17566883422799935829</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_2B72BP6tol8/SPlbnIXKCqI/AAAAAAAABGk/YYNdDgOhgEA/S220/FOTOLATTES.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-24863994.post-750186228640367667</id><published>2007-03-31T20:57:00.001-05:00</published><updated>2007-03-31T20:57:26.760-05:00</updated><title type='text'>ambiente de letramento em CT - VirtualMuseum</title><content type='html'>&lt;div xmlns='http://www.w3.org/1999/xhtml'&gt;&lt;p&gt;&lt;object height='350' width='425'&gt;&lt;param value='http://youtube.com/v/5u5O04I8Z3c' name='movie'&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed height='350' width='425' type='application/x-shockwave-flash' src='http://youtube.com/v/5u5O04I8Z3c'&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A partir de agora vou me concentrar no tema MUSEUS VIRUTAIS - um dos ambientes de letramento em ciência e tecnologia citados em nossa pesquisa. &lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/24863994-750186228640367667?l=letramentocientifico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://letramentocientifico.blogspot.com/feeds/750186228640367667/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=24863994&amp;postID=750186228640367667&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24863994/posts/default/750186228640367667'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24863994/posts/default/750186228640367667'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://letramentocientifico.blogspot.com/2007/03/ambiente-de-letramento-em-ct.html' title='ambiente de letramento em CT - VirtualMuseum'/><author><name>D.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17566883422799935829</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_2B72BP6tol8/SPlbnIXKCqI/AAAAAAAABGk/YYNdDgOhgEA/S220/FOTOLATTES.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-24863994.post-8646951390011153202</id><published>2007-02-19T18:42:00.000-05:00</published><updated>2007-02-19T18:47:37.286-05:00</updated><title type='text'>Novidades</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-family:arial;font-size:130%;"  &gt;&lt;span style="color: rgb(0, 102, 0);"&gt;&lt;br /&gt;Após longas e merecidas férias, estou de volta.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-family:arial;font-size:130%;"  &gt;&lt;span style="color: rgb(0, 102, 0);"&gt;O projeto de pesquisa foi muito interessante.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-family:arial;font-size:130%;"  &gt;&lt;span style="color: rgb(0, 102, 0);"&gt;Em br&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-family:arial;font-size:130%;"  &gt;&lt;span style="color: rgb(0, 102, 0);"&gt;eve publicarei os resultados neste blog.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/24863994-8646951390011153202?l=letramentocientifico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://letramentocientifico.blogspot.com/feeds/8646951390011153202/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=24863994&amp;postID=8646951390011153202&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24863994/posts/default/8646951390011153202'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24863994/posts/default/8646951390011153202'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://letramentocientifico.blogspot.com/2007/02/novidades.html' title='Novidades'/><author><name>D.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17566883422799935829</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_2B72BP6tol8/SPlbnIXKCqI/AAAAAAAABGk/YYNdDgOhgEA/S220/FOTOLATTES.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-24863994.post-115126074053985160</id><published>2006-06-25T13:31:00.000-05:00</published><updated>2006-06-25T21:39:15.990-05:00</updated><title type='text'>ATITUDE CIENTÍFICA - um indicador de cultura científica</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:arial;color:#009900;"&gt;&lt;strong&gt;ELER:&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#009900;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#009900;"&gt;&lt;strong&gt;O autor, ao referir-se à terceira dimensão da alfabetização científica, "uma compreensão sobre o impacto da ciência e a tecnologia sobre os indivíduos e sobre a sociedade", não utilizou o termo LETRAMENTO, como temos discutido aqui e presencialmente.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Arial;color:#009900;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#009900;"&gt;&lt;strong&gt;O conceito de ATITUDE CIENTÍFICA (parece ter sido cunhado por Jhon Dewey) é importante para lembrar que a cultura científica pode ser percebida em comportamentos adquiridos pelo sujeito social.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#009900;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#009900;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:130%;color:#000000;"&gt;&lt;strong&gt;O conceito de alfabetização científica&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Para abordar o tema da alfabetização científica, portanto, é necessário definir em primeiro lugar o conceito de alfabetização.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Face às diferenças entre as propostas teóricas, a alfabetização pode definir-se como o nível mínimo de habilidades de leitura e escritura que um indivíduo deve ter para participar da comunicação escrita. Este conceito se apresenta como uma dicotomia, justamente por que define uma medida limite que separa dois estados. A definição deste valor limite é subjetiva, mas há um consenso a respeito das habilidades, por general situadas em um mesmo domínio do saber, e dos conhecimentos necessários para estabelecer uma funcionalidade mínima. Também é importante comentar o conceito de alfabetização funcional, definida como o conjunto de habilidades mínimas necessárias para que o cidadão opere na sociedade contemporânea. &lt;strong&gt;Cabe notar que qualquer definição de alfabetização é inerentemente associada à sociedade que a utiliza, devido à diversidade de sistemas sociais e econômicos existentes no mundo (MILLER, 2000a).&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Desta maneira, a alfabetização científica se define como o nível mínimo de compreensão em ciência e tecnologia que as pessoas devem ter para operar nível básico como cidadãos e consumidores na sociedade tecnológica&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;Segundo a proposta de Miller (2000b), o conceito de alfabetização científica implica três dimensões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A primeira consiste de um &lt;strong&gt;vocabulário básico de conceitos científicos&lt;/strong&gt;, suficiente para que possa ser percebida a existência de visões contrapostas em um uma notícia de jornal ou artigo em revista. Trataria-se de um "vocabulário científico mínimo", incluindo termos básicos como "átomo", "molécula", "célula", "gene", "gravidade", "radiação".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em segundo lugar, &lt;strong&gt;uma compreensão da natureza do método científico&lt;/strong&gt;, permitindo a distinção entre ciência e pseudociência e o acompanhamento de controvérsias científicas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E por último, &lt;strong&gt;uma compreensão sobre o impacto da ciência e a tecnologia sobre os indivíduos e sobre a sociedade. &lt;/strong&gt;Este terceiro ponto varia grandemente entre países e para a realização de comparações em estudos internacionais se utiliza uma abordagem bidimensional ao conceito, utilizando somente as duas primeiras dimensões. A obtenção de um nível razoável em cada uma destas três dimensões proporcionaria um nível de competência suficiente para a compreensão e seguimento de temas relacionados com a ciência e a tecnologia nos meios de comunicação (MILLER, 2000a).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff6600;"&gt;Já outra dimensão adicional, menos explorada, é a existência de uma &lt;span style="font-size:130%;"&gt;atitude científica,&lt;/span&gt; definida como uma boa disposição para mudar de opinião com base em novas provas, a busca da verdade sem prejuízos, o entendimento das relações de causa-efeito e a predisposição de adquirir um hábito de somente realizar julgamentos a partir de feitos concretos&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Pese a existência de múltiplas definições, com variações históricas do conceito, a noção clássica de alfabetização científica está relacionada com a questão de compreender conceitos e princípios científicos, em outras palavras, com uma questão cognitiva. &lt;span style="color:#ff6600;"&gt;&lt;strong&gt;Na prática esta abordagem vê-se refletida na construção de indicadores de percepção pública da ciência e da tecnologia, que tem como objetivo sondar o estado da opinião pública em quanto ao interesse, conhecimento e atitudes frente a estas atividades, e conseqüentemente, com as políticas públicas neste setor. &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;Este tipo de pesquisa se utiliza, portanto, para a medição de indicadores das atitudes dos membros da sociedade ante o financiamento público da ciência e a confiança na comunidade científica, além da percepção dos riscos e benefícios associados à ciência e à técnica. A National Science Foundation (NSF), nos Estados Unidos, consolidou uma base metodológica, utilizada na atualidade por outros países utilizando justamente esta conceituação da alfabetização científica.&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.jornalismocientifico.com.br/revista1artigomarcelosabbatini.htm"&gt;http://www.jornalismocientifico.com.br/revista1artigomarcelosabbatini.htm&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/24863994-115126074053985160?l=letramentocientifico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://letramentocientifico.blogspot.com/feeds/115126074053985160/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=24863994&amp;postID=115126074053985160&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24863994/posts/default/115126074053985160'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24863994/posts/default/115126074053985160'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://letramentocientifico.blogspot.com/2006/06/atitude-cientfica-um-indicador-de.html' title='ATITUDE CIENTÍFICA - um indicador de cultura científica'/><author><name>D.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17566883422799935829</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_2B72BP6tol8/SPlbnIXKCqI/AAAAAAAABGk/YYNdDgOhgEA/S220/FOTOLATTES.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-24863994.post-115095176058339578</id><published>2006-06-21T23:48:00.000-05:00</published><updated>2006-06-21T23:49:20.610-05:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;&lt;strong&gt;Queridos e queridas!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Achei a leitura deste texto interessante para nossos&lt;br /&gt;debates e construções. Se acharem útil...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;bjo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eler&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    O conceito de Tecnologia só adquiriu importância a partir do começo do século XVIII. Neste período teve início a primeira Revolução Industrial, na qual se deram relevantes transformações a todos níveis no trabalho industrial. No entanto a discussão sobre Tecnologia veio a publico somente após a 1ª Guerra Mundial, ainda que o Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) tenha sido, curiosamente, fundado anteriormente em 1962. Etimologicamente a palavra Tecnologia é a conjunção dos termos tecn(o) e lógia, cuja origem provém da Grécia antiga. O termo tecn(o) surge do grego techno, de techne (técnica), expressando a ideia de arte ou habilidade. No entanto a partir do século XIX, na linguagem erudita surgiu o termo lógia que deriva do grego log(o), significando palavra, estudo, tratamento ou conhecimento. A primeira utilização do termo Tecnologia data de 1777 como título de um livro escrito pelo filósofo alemão Johann Beckmann. Este filósofo defendia que a Tecnologia envolve a razão, ou seja, uma forma particular de Conhecimento. Na língua Portuguesa a palavra Tecnologia é definida como o estudo especializado sobre os procedimentos, instrumentos e objectos próprios de qualquer arte, ofício ou técnica. Aristóteles na sua obra, Retórica, define técnica como um tratamento sistemático da gramática ou fala. Já o sociólogo contemporâneo, Robert Merton, define técnica como um conjunto qualquer de meios padrão para atingir um resultado predeterminado. Martin Heidegger, filósofo existencialista, considerou a existência de uma relação entre a tecnologia e a arte, no qual ambas eram eventos verdadeiros que permitiam aos entes existir. O mesmo argumentava que a palavra grega techne tinha um significado ambivalente. A palavra techne pode ser interpretada através do termo melete, que expressa o cuidado necessário para preservar alguma “coisa”. Por outro lado, techne pode ser analisada de acordo com a palavra poiesis, que significa a produção ou a apresentação de alguma “coisa”. Estas características da palavra techne compreendem um conhecimento íntimo do que são, como Heidegger refere, as “coisas”. Este conclui que a especialização na execução de uma determinada “coisa” só é possível, porque o artesão é dotado da techne de forma a poder desvendar ou proteger a criação dessa mesma “coisa”. Para concluir este assunto, convém denotar as diferenças existentes entre os conceitos técnica e tecnologia. Enquanto para o escritor Eduard von Mayer, a técnica é o resultado da actividade humana, na obra “Confronto de Heidegger com a Modernidade“, as ferramentas, as fábricas e todos os novos sistemas sociais pertencem à Tecnologia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os Conceitos de Engenharia, Tecnologia, Conhecimento e Capital - Análise e reconstrução Ivo Santarém, Paulo Teixeira &lt;/span&gt;&lt;a class="external" title="http://scholar.google.com.br/scholar?hl=" lr="&amp;amp;q=" href="http://scholar.google.com.br/scholar?hl=pt-BR&amp;lr=&amp;amp;q=cache:kEq47fSNfyUJ:alfa.ist.utl.pt/~cel/RelFinTFC440-ConceitCTCa.pdf"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;http://scholar.google.com.br/scholar?hl=pt-BR&amp;lr=&amp;amp;q=cache:kEq47fSNfyUJ:alfa.ist.utl.pt/~cel/RelFinTFC440-ConceitCTCa.pdf&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/24863994-115095176058339578?l=letramentocientifico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://letramentocientifico.blogspot.com/feeds/115095176058339578/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=24863994&amp;postID=115095176058339578&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24863994/posts/default/115095176058339578'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24863994/posts/default/115095176058339578'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://letramentocientifico.blogspot.com/2006/06/queridos-e-queridas-achei-leitura.html' title=''/><author><name>D.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17566883422799935829</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_2B72BP6tol8/SPlbnIXKCqI/AAAAAAAABGk/YYNdDgOhgEA/S220/FOTOLATTES.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-24863994.post-115012466850750757</id><published>2006-06-12T10:01:00.000-05:00</published><updated>2006-06-25T20:16:40.286-05:00</updated><title type='text'>Questionário aplicado</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;Eler disse:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;Já aplicamos o questionário abaixo, f&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;ilmamos o "grupo focal" e agora estamos analisando as respostas.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;O grupo decidiu criar o mapa conceitual sobre os conceitos deste público e compará-lo ao mapa proposto pelo Rodrigo na Webquest.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Arial;color:#009900;"&gt;O mapa conceitual proposto por Rodrigo será feito segundo os conceitos dos professores &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Arial;color:#009900;"&gt;da EJA, na Escola em que Geovanne leciona.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;&lt;strong&gt;Público: 10 Professores do Colégio Magnum - áreas diversas do 2º Grau&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tema: Alfabetização e letramento em ciência e tecnologia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Formação:&lt;br /&gt;Pós-graduação:&lt;br /&gt;Tempo que leciona: &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Sexo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Você já ouviu falar em Alfabetização Científica? Em que contexto?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1.1 O que, para você, significa isso?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. Você já ouviu falar em Letramento Científico? Em que contexto?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.2 O que, para você, significa isso?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. Para você, ciências e tecnologia são importantes na formação do cidadão? Por quê?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4. Você trabalha com seus alunos questões referentes à ciência e à tecnologia? (Em caso positivo, cite um exemplo. Em caso negativo, por quê?)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5. Você já utilizou alguns destes instrumentos no processo de ensino com seus alunos? (Em caso afirmativo, como você utilizou cada recurso?)&lt;br /&gt;( ) Visitas a museus&lt;br /&gt;( ) Visitas a feiras&lt;br /&gt;( ) Atividades em parques&lt;br /&gt;( ) Internet&lt;br /&gt;( ) Softwares&lt;br /&gt;( ) Periódicos&lt;br /&gt;( ) Cinema/Teatro&lt;br /&gt;( ) Áudio-visual&lt;br /&gt;( ) Jogos&lt;br /&gt;( ) Games de computador&lt;br /&gt;( ) Outros (especifique)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6. Para você, quais seriam os principais objetivos do ensino de ciências?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6.1 Você acha que o ensino de ciências nessa escola atinge esses objetivos? (Em caso afirmativo, por quê? Em caso negativo, o que você acha que precisaria ser modificado? Por quê?)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7. Você acha que recursos tecnológicos podem auxiliar nos processos de ensino e aprendizagem? Por quê?&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/24863994-115012466850750757?l=letramentocientifico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://letramentocientifico.blogspot.com/feeds/115012466850750757/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=24863994&amp;postID=115012466850750757&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24863994/posts/default/115012466850750757'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24863994/posts/default/115012466850750757'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://letramentocientifico.blogspot.com/2006/06/questionrio-aplicado.html' title='Questionário aplicado'/><author><name>D.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17566883422799935829</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_2B72BP6tol8/SPlbnIXKCqI/AAAAAAAABGk/YYNdDgOhgEA/S220/FOTOLATTES.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-24863994.post-114882210053349658</id><published>2006-05-28T08:14:00.000-05:00</published><updated>2007-03-14T10:34:48.080-05:00</updated><title type='text'>Alguém arrisca formalizar um conceito?</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Magda Soares:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;“Para ela, em sociedades grafocêntricas como a nossa, tanto crianças de camadas favorecidas quanto crianças das camadas populares convivem com a escrita e com práticas de leitura e escrita cotidianamente, ou seja, vivem em ambientes de letramento.” &lt;span style="color:#333333;"&gt;&lt;strong&gt;AMBIENTES DE LETRAMENTO,&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; que expressão promissora.&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;&lt;strong&gt;O que caracteriza um Ambiente de Letramento em Ciência e Tecnologia?&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;&lt;strong&gt;Alguém arrisca formalizar um conceito?&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/24863994-114882210053349658?l=letramentocientifico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://letramentocientifico.blogspot.com/feeds/114882210053349658/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=24863994&amp;postID=114882210053349658&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24863994/posts/default/114882210053349658'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24863994/posts/default/114882210053349658'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://letramentocientifico.blogspot.com/2006/05/algum-arrisca-formalizar-um-conceito.html' title='Alguém arrisca formalizar um conceito?'/><author><name>D.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17566883422799935829</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_2B72BP6tol8/SPlbnIXKCqI/AAAAAAAABGk/YYNdDgOhgEA/S220/FOTOLATTES.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-24863994.post-114877579692695785</id><published>2006-05-27T19:12:00.000-05:00</published><updated>2006-05-28T07:51:37.690-05:00</updated><title type='text'>Tecnologia como MÉTODOS E PROCESSOS</title><content type='html'>&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#006600;"&gt;Na aula de 25/05, Leandra levantou a questão sobre ALFABETIZAÇÃO TECNOLÓGICA no contexto dos MÉTODOS E DOS PROCESSOS, e não com foco do OBJETO-PRODUTO TECNOLÓGICO como tem sido, ainda que não intencionalmente, abordado pelos grupos.&lt;/span&gt; &lt;span style="font-family:arial;color:#006600;"&gt;Levantei algumas questões no blog EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA e vou continuar a desenvolver o estudo aqui.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial;color:#006600;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;&lt;strong&gt;Vargas [apud Grisnpun] propõe este significado para o termo tecnologia&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; :&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;"(...) aplicação de teorias, métodos e processos científicos às técnicas. (...) tecnologia como aplicação científica é característica da sociedade moderna. É um saber aplicado integrante de nossa cultura" ( 1994b:225).&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#006600;"&gt;&lt;strong&gt;Grisnpun esclarece sobre a relação entre conhecimento científico e tecnologia:&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/p&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;O principal objetivo da tecnologia é aumentar a eficiência da atividade humana em todas as esferas, incluindo a produção. &lt;span style="color:#333333;"&gt;&lt;strong&gt;Poderíamos dizer que a tecnologia &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="color:#333333;"&gt;&lt;strong&gt;envolve um conjunto organizado e sistematizado de diferentes &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="color:#333333;"&gt;&lt;strong&gt;conhecimentos, científicos, empíricos e até intuitivos voltados para um processo de aplicação na produção e na comercialização de bens e serviços.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial;color:#333333;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;De um modo geral, as tecnologias são interdependentes e se apresentam sob duas formas: implícita e explícita. A primeira é aquela que permite a produção de um bem físico e que se acha embutida no seu valor, sendo seus gastos cobertos com &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;patentes, licenças ou até mesma assistências técnicas. No caso da tecnologia &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;explícita, estamos nos referindo àquela que não está embutida em um bem físico, podendo ser objeto de comércio direto. Apontamos dados inerentes à tecnologia, em que a educação se faz presente direta ou indiretamente:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;1) necessidade e objetivo de sua produção; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;2) a questão da invenção e da inovação;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;3) a tecnologia de ponta;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;4) a dimensão pública e privada do bem efetivado; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;5) a transferência de tecnologia;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;6) a questão ética da tecnologia. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;O grande desafio da tecnologia é o desenvolvimento tecnológico e suas repercussões numa sociedade, pois ele vai depender da capacitação científica&lt;br /&gt;desta sociedade; e para que haja esta formação científica, há que existir necessariamente uma educação científica&lt;span style="color:#cc6600;"&gt;&lt;strong&gt;. Não podemos pensar em tecnologia somente como resultado e produto, mas como concepção e criação, e para isto não só precisamos do homem para concebê-la mas, e sobretudo, da &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#cc6600;"&gt;&lt;strong&gt;educação para formá-lo.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#cc6600;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;&lt;span style="color:#cc6600;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;&lt;span style="color:#cc6600;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;span style="color:#cc6600;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;PERGUNTO: &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#cc6600;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;Então a educação tecnológica, considerando tecnologia como METODOLOGIA E PROCESSOS, seria papel da EDUCAÇÃO CIENTÍFICA?&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;span style="color:#cc6600;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;E a ALFABETIZAÇÃO TECNOLÓGICA, considerando tecnologia como METODOLOGIA E PROCESSOS, seria o mesmo que ALFABETIZAÇÃO CIENTÍFICA?&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="color:#cc6600;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;&lt;span style="color:#cc6600;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;&lt;span style="color:#cc6600;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;&lt;span style="color:#cc6600;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;Acredito que sim. Vocês podem me ajudar?&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="color:#cc6600;"&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;&lt;span style="color:#cc6600;"&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;&lt;span style="color:#cc6600;"&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;&lt;span style="color:#cc6600;"&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="color:#cc6600;"&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;&lt;span style="color:#cc6600;"&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;&lt;span style="color:#cc6600;"&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;&lt;span style="color:#cc6600;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="color:#cc6600;"&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;&lt;span style="color:#cc6600;"&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;&lt;span style="color:#cc6600;"&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;&lt;span style="color:#cc6600;"&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#666666;"&gt;GRINSPUN, Zippin (org.) Educação Tecnológica. São Paulo, Cortez, 1999. &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.faced.ufba.br/~edc287/t01/textos_doc/03_educacao_tecnologica.doc"&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#666666;"&gt;http://www.faced.ufba.br/~edc287/t01/textos_doc/03_educacao_tecnologica.doc&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#666666;"&gt;. Acessado em 27/05/06&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;VARGAS, Milton. A Tecnologia no Brasil. In: MOTOYAMA, S. &amp;amp; FERRI, M.G. História das&lt;/span&gt; Ciências no Brasil. São Paulo, EDUSP/E.P.U./CNPg, 1979, 1º vol.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/24863994-114877579692695785?l=letramentocientifico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://letramentocientifico.blogspot.com/feeds/114877579692695785/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=24863994&amp;postID=114877579692695785&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24863994/posts/default/114877579692695785'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24863994/posts/default/114877579692695785'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://letramentocientifico.blogspot.com/2006/05/tecnologia-como-mtodos-e-processos.html' title='Tecnologia como MÉTODOS E PROCESSOS'/><author><name>D.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17566883422799935829</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_2B72BP6tol8/SPlbnIXKCqI/AAAAAAAABGk/YYNdDgOhgEA/S220/FOTOLATTES.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-24863994.post-114874605244680131</id><published>2006-05-27T10:37:00.002-05:00</published><updated>2006-05-28T08:06:46.096-05:00</updated><title type='text'>Iletramento - Discussão de 26/05</title><content type='html'>&lt;a name="c114867490148388568"&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;strong&gt;Andreia Assis disse... &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;Em relação ao debate de hj sobre o texto da TFOUNI acho que houve um equivoco de interpretação. No debate, ficou parecendo que a autora disse que não existe iletramento enquanto a mesma propõe que não deva ser usado o termo “iletramento”.Não existir é uma coisa e não ser adequado o termo é outra. O que se propõe é o uso de termos próprios, do tipo: níveis ou graus de letramento.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Levando assim, em consideração o que Paulo Freire muitas vezes insistiu em sua pedagogia “de que a leitura do mundo precede a leitura da palavra”, e ainda, “o ato de aprender a ler e escrever deve começar a partir de uma compreensão muito abrangente do ato de ler o mundo, coisa que os seres humanos fazem antes de ler a palavra”. Isso quer dizer que o indivíduo não é um depósito vazio e zerado antes da alfabetização, e ali, nós, educadores, estaremos enchendo-o com informações mecânicas e institucionais, através de uma escolarização. Ele já possui sua peculiar capacidade de leitura dentro do seu contexto social para sobreviver em meio ao grupo em que vive. A alfabetização com a prática do letramento, trará ao indivíduo capacidades, competências, habilidades diversas para que este se envolva com as variadas demandas sociais de leitura e escrita.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;EM RELAÇÃO AO DEBATE DE DISSOCIAÇÃO ENTRE ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Dissociar alfabetização e letramento é um equívoco porque, no quadro das atuais concepções psicológicas, lingüísticas e psicolingüísticas de leitura e escrita, a entrada da criança (e também do adulto analfabeto) no mundo da escrita se dá simultaneamente por esses dois processos: pela aquisição do sistema convencional de escrita – a alfabetização, e pelo desenvolvimento de habilidades de uso desse sistema em atividades de leitura e escrita, nas práticas sociais que envolvem a língua escrita – o letramento. Não são processos independentes, mas interdependentes, e indissociáveis: a alfabetização se desenvolve no contexto de e por meio de práticas sociais de leitura e de escrita, isto é, através de atividades de letramento, e este, por sua vez, só pode desenvolver-se no contexto da e por meio da aprendizagem das relações fonema-grafema, isto é, em dependência da alfabetização.”Magda Soares. Letramento e alfabetização: as muitas facetas. 26ª Reunião Anual da ANPED – GT Alfabetização, Leitura e Escrita. Poços de Caldas, 7 de outubro de 2003.&lt;br /&gt;3:21 PM, Maio 26,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;&lt;strong&gt;Eler disse&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;&lt;strong&gt;Oi, Andreia,&lt;br /&gt;Obrigada por trazer a questão para o webfólio ;-)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;&lt;strong&gt;Nós, em momento algum, dissociamos alfabetização de letramento. Enfatizamos que são ações complementares, embora até a própria Magda Soares coopere para que está confusão seja feita:&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;"Ainda hoje há quem prefira a palavra alfabetismo à palavra letramento - eu mesma acho alfabetismo uma palavra mais vernácula que letramento, que é uma tentativa detradução da palavra inglesa literacy , &lt;strong&gt;mas curvo-me ao poder das tendências lingüísticas, que estão dando preferência a letramento.&lt;/strong&gt; Analfabetismo é definido como o estado de quem não sabe ler e escrever;&lt;strong&gt; seu contrário, alfabetismo ou letramento&lt;/strong&gt;, é o estado de quem sabe ler e escrever. Ou seja: letramento é o estado em que vive o indivíduo que não só sabe ler e escrever, mas exerce as práticas sociais de leitura e escrita que circulam na sociedade em que vive: sabe ler e lê jornais, revistas, livros; sabe ler e interpretar tabelas, quadros, formulários, sua&lt;br /&gt;carteira de trabalho, suas contas de água, luz, telefone; sabe escrever e escreve cartas, bilhetes, telegramas sem dificuldade, sabe preencher um formulário, sabe redigir um ofício, um requerimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;&lt;strong&gt;A autora Leda Verdiani Tfouni não diz que não existe ILETRAMENTO, ela diz que NÃO EXISTEM ILETRADOS em SOCIEDADES TECNOLOGIZADAS.&lt;/strong&gt; Abaixo o texto na íntegra:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;&lt;strong&gt;Para Leda Verdiani Tfouni, o termo “iletrado”, bem como “iletramento” é impraticável, no que diz respeito à sociedades tecnologizadas.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;"Ela [Leda Verdiani Tfouni] registra em sua obra algumas passagens de Ginszburg (1987), dentre elas a história de um homem que viveu no séc. XVI chamado Menocchio que foi perseguido, torturado, e condenadoà morte porque suas idéias foram consideradas ofensivas e cheias de heresias. Ele pertencia àclasse subalterna, mas sabia ler e escrever, o que não era muito comum naquela época.Comenta a autora que Menochio não foi condenado apenas por saber ler e escrever, mas sim, porque fazia suas próprias interpretações dos textos bíblicos e da religião, como também particularizou a releitura dos mesmos textos com “materialismo elementar, instintivo, das gerações de camponeses”, foi isto o que fomentou uma sumária perseguição por parte da Inquisição.Achavam eles que, só os eclesiásticos católicos detinham o poder de interpretação da Bíblia Sagrada. Ele, assim, foi considerado perigoso por que entendeu que quem tivesse a capacidadede domínio e transmissão da cultura escrita teria o poder. A lingüista comenta que essa história demonstra como o termo “letrado” não pode ter um sentido único.A partir disso, é que a autora conclui e propõe que não deve ser usado o termo “iletrado”, para dizer que um&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;indivíduo não está num estado pleno de letramento. &lt;strong&gt;Afinal, não seria adequado a &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;utilização do mesmo em uma sociedade considerada moderna e/ou industrializada, centrada na escrita, pois a possibilidade de existir indivíduos que não &lt;span style="font-size:130%;color:#ff6600;"&gt;possuem nem um grau sequer de letramento é quase impossível.&lt;/span&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#ff6600;"&gt;&lt;strong&gt;Por isso, acredita-se que é inconveniente afirmar que &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#ff6600;"&gt;&lt;strong&gt;existe“nível zero” de letramento, não há veracidade nessa afirmação. Então, o&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#ff6600;"&gt;&lt;strong&gt;que se propõe é o usode termos próprios, do tipo: níveis ou graus de letramento.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Magda Soares:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#009900;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#009900;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#009900;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#333333;"&gt;[A cada momento, multiplicam-se as demandas por práticas de leitura e de escrita, não só na chamada cultura do papel, mas também na nova cultura da tela, com os meios eletrônicos", diz Magda, professora emérita da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). "Se uma criança sabe ler, mas não é capaz de ler um livro, uma revista, um jornal, se sabe escrever palavras e frases, mas não é capaz de escrever uma carta, é alfabetizada, mas não é letrada", explica. &lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#ff6600;"&gt;Para ela, em sociedades grafocêntricas como a nossa, tanto crianças de camadas favorecidas quanto &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#ff6600;"&gt;crianças das camadas populares convivem com a escrita e com &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#ff6600;"&gt;práticas de leitura e escrita cotidianamente, ou seja, vivem em ambientes de&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#ff6600;"&gt;letramento.] &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Temos então a proposta de GRAUS DE LETRAMENTO. Uma pessoa que possui grau zero de letramento é o quê? ILETRADA. Seria o caso de uma pessoa que migrou de uma sociedade primitiva para a nossa. Ela seria &lt;strong&gt;iletrada &lt;/strong&gt;em tecnologias digitais. Teria GRAU ZERO de letramento em tecnologias digitais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se os autores insistem em que não se deve usar o termo ILETRADO é porque &lt;strong&gt;não existe&lt;/strong&gt; GRAU ZERO de letramento &lt;strong&gt;em SOCIEDADES LETRADAS,&lt;/strong&gt; não? Ou que a aplicação deste termo (iletramento) é tão improvável, tendendo a zero, e portanto raramente seria usado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acho que temos de enfatizar que ningúem é um &lt;strong&gt;ILETRADO ABSOLUTO. &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;O termo é SEMPRE RELATIVO a um conhecimento específico.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;Vamos rever o comentário que gerou a "polêmica":&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;Para Leda Verdiani Tfouni, o termo “iletrado”, bem como “iletramento” é impraticável, &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;no que diz respeito à sociedades tecnologizadas&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/p&gt;Quando você disse que sua mãe é completamente iletrada em tecnologias digitais, eu disse que discordava. Que talvez, por viver em sua sociedade dominada por estas tecnologias, sua mãe pudesse ter um grau mínimo de letramento. Penso que é um bom exemplo do que falam as autoras nos textos citados.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;a href="http://www.eduquenet.net/letramento.htm"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Letramento: você Pratica?&lt;/span&gt; http://www.eduquenet.net/letramento.htm&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;"LETRAR É MAIS QUE ALFABETIZAR" &lt;/span&gt;&lt;a href="http://intervox.nce.ufrj.br/~edpaes/magda.htm"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;http://intervox.nce.ufrj.br/~edpaes/magda.htm&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/24863994-114874605244680131?l=letramentocientifico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://letramentocientifico.blogspot.com/feeds/114874605244680131/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=24863994&amp;postID=114874605244680131&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24863994/posts/default/114874605244680131'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24863994/posts/default/114874605244680131'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://letramentocientifico.blogspot.com/2006/05/iletramento-discusso-de-2605.html' title='Iletramento - Discussão de 26/05'/><author><name>D.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17566883422799935829</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_2B72BP6tol8/SPlbnIXKCqI/AAAAAAAABGk/YYNdDgOhgEA/S220/FOTOLATTES.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-24863994.post-114764025635407949</id><published>2006-05-14T15:37:00.000-05:00</published><updated>2006-05-14T15:59:11.883-05:00</updated><title type='text'>Este livro parece interessante. Alguém já leu?</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:Arial;color:#009900;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/581/2586/1600/0738203572.01._BO2,204,203,200_PIsitb-dp-500-arrow,TopRight,45,-64_AA240_SH20_SCLZZZZZZZ_.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/581/2586/320/0738203572.01._BO2%2C204%2C203%2C200_PIsitb-dp-500-arrow%2CTopRight%2C45%2C-64_AA240_SH20_SCLZZZZZZZ_.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;This deeply thoughtful book explores the lengthy history of scientific mass communication and the various rationales for encouraging greater public understanding of research processes and results. From Copernicus to Carl Sagan, great thinkers have tried to explain not just the facts and theories produced by science, but the very work itself. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Science in Public: Communication, Culture, and Credibility (Paperback) by &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.amazon.com/exec/obidos/search-handle-url/index=books&amp;field-author-exact=Jane%20Gregory&amp;amp;rank=-relevance,+availability,-daterank/103-4608355-9780607"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Jane Gregory&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;, &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.amazon.com/exec/obidos/search-handle-url/index=books&amp;field-author-exact=Steve%20Miller&amp;amp;rank=-relevance,+availability,-daterank/103-4608355-9780607"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Steve Miller&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/24863994-114764025635407949?l=letramentocientifico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://letramentocientifico.blogspot.com/feeds/114764025635407949/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=24863994&amp;postID=114764025635407949&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24863994/posts/default/114764025635407949'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24863994/posts/default/114764025635407949'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://letramentocientifico.blogspot.com/2006/05/este-livro-parece-interessante-algum-j.html' title='Este livro parece interessante. Alguém já leu?'/><author><name>D.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17566883422799935829</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_2B72BP6tol8/SPlbnIXKCqI/AAAAAAAABGk/YYNdDgOhgEA/S220/FOTOLATTES.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-24863994.post-114762703260351478</id><published>2006-05-14T12:15:00.000-05:00</published><updated>2006-05-14T12:18:09.476-05:00</updated><title type='text'>Relação entre inclusão digital e alfabetização digital</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Cabral (2004) conceitua a&lt;strong&gt; inclusão digital&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;comparando-a à alfabetização digital:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;[...] iniciativas de inclusão digital são aquelas&lt;br /&gt;que visam oferecer à sociedade “os conhecimentos&lt;br /&gt;necessários para utilizar com um mínimo de&lt;br /&gt;proficiência os recursos de informática e de&lt;br /&gt;telecomunicações existentes e dispor de acesso&lt;br /&gt;físico regular a esses recursos”. A inclusão digital&lt;br /&gt;se assemelha, portanto, à idéia de alfabetização&lt;br /&gt;digital, numa equivalência com a perspectiva da&lt;br /&gt;alfabetização no processo de inclusão social,&lt;br /&gt;voltando o foco para aqueles que também se&lt;br /&gt;encontram no próprio contexto de exclusão social,&lt;br /&gt;acrescentando a temática da tecnologia digital&lt;br /&gt;no sentido de somar esforços para atenuar essa&lt;br /&gt;diferença.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Cabeda (2005) reforça a inclusão digital relacionada&lt;br /&gt;à questão da cidadania, do direito à informação e o&lt;br /&gt;papel do Estado. O autor afirma:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;A inclusão digital e alfabetização tecnológica como&lt;br /&gt;política pública é um novo desafio para o Estado.&lt;br /&gt;É nessa ótica que algumas ações práticas de&lt;br /&gt;cidadania em nível médio já estão sendo executadas&lt;br /&gt;na forma de telecentros, infocentros ou ainda de&lt;br /&gt;cibercafés.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.ibict.br/revistainclusaosocial/viewarticle.php?id=22&amp;layout=abstract"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#339999;"&gt;http://www.ibict.br/revistainclusaosocial/viewarticle.php?id=22&amp;amp;layout=abstract&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/24863994-114762703260351478?l=letramentocientifico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://letramentocientifico.blogspot.com/feeds/114762703260351478/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=24863994&amp;postID=114762703260351478&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24863994/posts/default/114762703260351478'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24863994/posts/default/114762703260351478'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://letramentocientifico.blogspot.com/2006/05/relao-entre-incluso-digital-e.html' title='Relação entre inclusão digital e alfabetização digital'/><author><name>D.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17566883422799935829</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_2B72BP6tol8/SPlbnIXKCqI/AAAAAAAABGk/YYNdDgOhgEA/S220/FOTOLATTES.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-24863994.post-114762613729926659</id><published>2006-05-14T11:52:00.000-05:00</published><updated>2006-05-14T12:06:48.600-05:00</updated><title type='text'>Jornalismo pode ajudar a ampliar a cultura científica</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/581/2586/1600/leite.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/581/2586/320/leite.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;Entrevistado: Marcelo Leite, editor de ciência da Folha de S. Paulo&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;ComCiência -&lt;/strong&gt; O que o senhor entende por cultura científica?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;Marcelo Leite -&lt;/strong&gt; Eu vejo como um simétrico da cultura literária. Faz parte da cultura geral que as pessoas tenham uma noção de literatura, que saibam ou tenham ouvido falar sobre a época dos principais escritores, artistas plásticos e músicos; o que é música erudita, música popular, jazz, samba, bossa nova, samba canção... Existe essa expectativa de que as pessoas de bom nível cultural conheçam pelo menos a nata da cultura literária e musical do passado e do presente. Por outro lado, não existe essa expectativa de que as pessoas tenham a mesma noção das ciências naturais, o que para mim parece uma distorção de cultura geral. A cultura científica - pelo menos os rudimentos das principais ciências - deveria fazer parte da noção corrente de cultura geral. As pessoas deveriam ter noção do que é e de como funciona uma célula, o que é um átomo ou uma ligação química. Não precisa ser mais do que a base dada no curso secundário, mas o problema é que o ensino de ciências é muito deficitário no Brasil. Além disso, as pessoas fazem questão de esquecer o que aprenderam na escola. Mesmo as pessoas que trabalham comigo dizem até com certo orgulho que são ignorantes em ciência. Eu não sou especialista, sou formado em jornalismo, não tenho uma formação técnica em física ou biologia, mas acho que tenho uma cultura razoável porque sempre me interessei, acompanhei, li bastante, o que é necessário, pois ciência muda muito. Como na literatura, que toda hora sai um livro novo, sempre há pesquisas novas. Não é preciso ser um assinante de Nature ou de Science para acompanhar essa produção, é possível saber pelo jornal diário, isso se não pular as matérias sobre ciência. Pode optar também por assinar uma revista sobre ciência. Tem tantas agora no Brasil: Scientific American, Pesquisa Fapesp, vários sites. &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff6600;"&gt;É uma questão de interesse&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;. A ciência é cada vez mais importante na nossa vida. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;ComCiência -&lt;/strong&gt; Esse conhecimento seria suficiente para ajudar a sociedade a opinar sobre assuntos como transgênicos, explicar o que é o DNA e outras coisas?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;Leite&lt;/strong&gt; - Eu vejo um longo combate. &lt;strong&gt;Demora, vai demorar uma geração ou duas para podermos saber se contribuímos para mudar alguma coisa&lt;/strong&gt;. O jornalista de ciência faz força nesse sentido. Não tenho pesquisas ou dados que mostrem se melhorou o conhecimento médio das pessoas, mas se eu tivesse que dar um palpite eu diria até que piorou o nível médio da população. &lt;span style="color:#ff6600;"&gt;&lt;strong&gt;O problema é que a média não lê jornal e nem revista, mas entre o público mais informado eu diria que pelo menos o interesse pelo tema de ciência aumentou.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; Quanto a isso não há dúvida. Não é à toa que tantas revistas de divulgação científica tenham sido lançadas e que a imprensa de cinco ou dez anos para cá começou a dar muito mais espaço para temas de ciência. Há um problema mais conjuntural de diminuição de espaço e de equipes em função da crise econômica, que atingiu a imprensa como um todo. Não dá para ignorar que se o diretor de redação de um grande jornal tiver que cortar espaço de algum lugar não vai cortar linearmente e que algumas áreas do jornal que têm menor impacto noticioso, vão sofrer um pouco mais. Nem foi o caso da Folha, pois quando assumi a editoria, em março de 2000, havia cinco jornalistas e hoje são três. Perdemos 40% da equipe, mas em comparação ao corte geral no jornal, até que não foi dos piores. O fato de a editoria continuar sendo autônoma, como em nenhum outro jornal até onde sei, e ter três pessoas exclusivamente dedicadas com um espaço diário de no mínimo meia página, em face dessa crise toda, eu acho que é uma conquista e é um indicador da perseverança e da determinação editorial do jornal de manter esse setor em alta &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff6600;"&gt;porque sabemos que o público demanda isso.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;ComCiência&lt;/strong&gt; - O que o faz acreditar que exista essa demanda?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Leite -&lt;/strong&gt; As pessoas estão - ainda que intuitivamente - percebendo que há uma lacuna na formação delas e que há coisas importantes acontecendo no mundo, como por exemplo os transgênicos, a exploração da Amazônia, a questão da poluição do ar. Todo mundo sabe que o clima está mudando e quer entender as causas disso. Eu costumo comparar a situação do jornalismo científico com a do jornalismo econômico. Há vinte anos, pouca gente entendia coisas básicas sobre economia, como balança de pagamentos, balança comercial, índice de inflação. &lt;strong&gt;Hoje muita gente que não é economista consegue entender esses termos. Isso porque em face da importância que a macroeconomia adquiriu na vida das pessoas, principalmente na época de hiperinflação, as editorias de economia dos jornais começaram a se especializar, os jornalistas foram estudar, começaram a fazer mais análises e as pessoas passaram a ter mais conhecimento e até autonomia para pensar sobre o tema e formar opiniões&lt;/strong&gt;. Eu acho que o jornalismo científico vive um processo similar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;(...)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;ComCiência -&lt;/strong&gt; Em geral, a credibilidade em relação ao que a imprensa não especializada publica sobre ciência é muito baixa. A que você atribuiria isso?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;Leite -&lt;/strong&gt; Depende muito. A televisão eu entendo perfeitamente. O tratamento de ciência na televisão às vezes é muito bom e às vezes é muito ruim. Mas, em princípio, eu acho que as pessoas muitas vezes não entendem as notícias sobre ciência. Tem também a questão dos veículos - aí precisaria analisar um por um - que são muito sensacionalistas. Mas eu acho que a sucessão de informações que contradizem informações anteriores - eu costumo dar o exemplo de uma hora dizem que é para comer ovo, outra hora que não se deve comer ovo - acaba deixando as pessoas muito desorientadas. Basta dizer na TV ou no jornal: "pesquisa americana diz que...", que as pessoas acreditam, e não têm que acreditar. Que pesquisa? De que universidade? Saiu onde? As pessoas precisam aprender a se perguntar isso. Ou os jornalistas têm que assumir essa função. Claro que não é todo mundo que sabe que a Universidade Johns Hopkins é mais importante que a Universidade de Minnesota mas o jornalista tem que ter essa noção e tem que passar isso no texto dele, para situar o leitor ou telespectador. O jornalista não pode sair vendendo pesquisa ruim como se fosse uma coisa importantíssima. Não é porque é feita no exterior que é boa. Tem muita porcaria feita nos Estados Unidos. Fora intenção de fazer propaganda. Saiu há pouco tempo um anúncio publicitário no jornal: "professor da Universidade Federal de Santa Catarina vende quitina de casca de camarão e diz que cura câncer". Se eu fosse o reitor processaria o cara porque está usando o nome da universidade. E as pessoas acreditam porque a instituição dá esse peso. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;ComCiência -&lt;/strong&gt; É o peso da imagem do cientista como o detentor do conhecimento?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Leite -&lt;/strong&gt; Pois é, mas é nossa função mostrar para as pessoas como funciona o processo de crítica científica, de avaliação, mas é difícil. É aquele problema da cultura científica que falamos no começo. &lt;strong&gt;Cultura geral falta de modo geral no nosso país; cultura científica então, nem se fala.&lt;/strong&gt; Mas a gente continua tentando, aos poucos avançamos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.comciencia.br/entrevistas/cultura/leite.htm"&gt;&lt;span style="color:#339999;"&gt;http://www.comciencia.br/entrevistas/cultura/leite.htm&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/24863994-114762613729926659?l=letramentocientifico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://letramentocientifico.blogspot.com/feeds/114762613729926659/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=24863994&amp;postID=114762613729926659&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24863994/posts/default/114762613729926659'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24863994/posts/default/114762613729926659'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://letramentocientifico.blogspot.com/2006/05/jornalismo-pode-ajudar-ampliar-cultura.html' title='Jornalismo pode ajudar a ampliar a cultura científica'/><author><name>D.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17566883422799935829</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_2B72BP6tol8/SPlbnIXKCqI/AAAAAAAABGk/YYNdDgOhgEA/S220/FOTOLATTES.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-24863994.post-114740050479962484</id><published>2006-05-11T21:08:00.000-05:00</published><updated>2006-05-11T21:40:36.360-05:00</updated><title type='text'>Apropriação como DESVIO</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/581/2586/1600/cyberpunk-3.jpg"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/581/2586/320/cyberpunk-3.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;Neste artigo, André Lemos amplia nossa percepção do que seja APROPRIAÇÃO TECNOLÓGICA.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Podemos dizer que a cibercultura nasce pela apropriação tecnológica. (...)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;A apropriação é assim, ao mesmo tempo, forma de utilização, aprendizagem e domínio técnico, mas&lt;strong&gt; também forma de desvio&lt;/strong&gt; (deviance) em relação às instruções de uso, um espaço completado pelo usuário na lacuna não programada pelo produtor/inventor, ou mesmo pelas finalidades previstas inicialmente pelas instituições.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(...) De acordo com Schwach, é necessário deixar as portas abertas a um transdisciplinaridade em três níveis: &lt;strong&gt;a funcionalidade técnica, os mecanismos psicológicos de apropriação, e o fazer coletivo, sociológico.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com Perriault, o uso dos objetos tecnológicos não é apenas tributário das estratégias de empreendimentos de acordo com a objetividade da função do objeto, ou de acordo com uma racionalidade técnica intrínseca aos modos de usar (manuais técnicos). Sua hipótese é de que os “usuários têm uma estratégia de utilização dessas máquinas de comunicação"&lt;/span&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn21" href="http://www.facom.ufba.br/ciberpesquisa/lemos/apropriacao.htm#_ftn21" name="_ftnref21"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;[21]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;.&lt;strong&gt; A sociologia dos usos visa, assim, entender o modo pelo qual usamos os objetos técnicos no quotidiano, descrevendo uma perspectiva que flutua entre a etnometodologia e a psicologia&lt;/strong&gt;. Talvez seja mais apropriado falar em astúcia dos usos, já que este termo, mais aberto ao imprevisto, escapa à idéia de “lógica”, como sustenta Perriault.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sabemos, com De Certeau&lt;/span&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn22" href="http://www.facom.ufba.br/ciberpesquisa/lemos/apropriacao.htm#_ftn22" name="_ftnref22"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;[22]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;, como os usuários inventam o quotidiano, como eles investem conteúdos simbólicos, imprimindo seus traços na mais banal ação do dia a dia. Não há uma lógica, mas antes uma dialógica complexa (Morin) entre os objetos, os usos e as obrigações funcionais destes mesmos objetos. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;A apropriação tem sempre uma dimensão técnica (o treinamento técnico, a destreza na utilização do objeto) e uma outra simbólica (uma descarga subjetiva, o imaginário). &lt;/span&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn23" href="http://www.facom.ufba.br/ciberpesquisa/lemos/apropriacao.htm#_ftn23" name="_ftnref23"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;[23]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Segundo Perriault haveria uma linhagem que uniria as máquinas de comunicação aos seus respectivos usos. Esta linhagem é marcada, em toda a história dos media, por um desejo de simulação. A cibercultura estaria, dessa forma, marcada pelas &lt;strong&gt;tecnologias da simulação,&lt;/strong&gt; proporcionando o sentimento de descolamento do aqui e agora, do espaço e do tempo. As tecnologias do virtual seriam então um resultado desse desejo onde "o uso das máquinas de comunicação favorece a criação de redes de sociabilidade (...)". Sendo assim, ao analisar os usuários, devemos superar a perspectiva do uso correto ou não das máquinas de comunicação, marcados para sempre pelo estigma do consumidor passivo e envolvido por uma rede de estratégias dos produtores. Devemos vê-lo como agente. &lt;strong&gt;Hoje, se observarmos a dinâmica social da Internet, poderemos identificar, na evolução do uso das máquinas de comunicar, uma certa busca de tactilidade, reforçando ainda mais a apropriação social destas&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como descrevemos em outro trabalho[26], a tactilidade social potencializada pela micro-eletrônica pode ser comprovada pelas inúmeras agregações sociais. Ela é fruto de uma utilização não programada das novas tecnologias, e não um projeto de instâncias superiores. Várias ferramentas disponíveis na Internet foram criadas por usuários de forma a potencializar o lado táctil das novas tecnologias. Assim, o expoente da racionalidade científico-militar transforma-se numa busca planetária por informação e contato." &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn21" href="http://www.facom.ufba.br/ciberpesquisa/lemos/apropriacao.htm#_ftnref21" name="_ftn21"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;[&lt;span style="font-size:85%;"&gt;21]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;Perriault J., La Logique de L´Usage., Essais sur les Machines à Communiquer., Paris, Flammarion, 1989, p.13.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn22" href="http://www.facom.ufba.br/ciberpesquisa/lemos/apropriacao.htm#_ftnref22" name="_ftn22"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;[22]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt; Podemos ver o Minitel como fruto dessa apropriação social&lt;/strong&gt;. O Minitel foi concebido como um anuário eletrônico. A partir de várias utilizações não previstas, como a comunicação entre usuários e o predomínio do uso erótico (no que ficou conhecido como Minitel Rose), o Minitel, de instrumento apolíneo transformou-se em ferramenta de agregação social e de práticas hedonistas. Ver Lemos, A., The Labyrinth of Minitel., in Shields, R. (ed). “Cultures of Internet”. Sage, Londres, 1996.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn23" href="http://www.facom.ufba.br/ciberpesquisa/lemos/apropriacao.htm#_ftnref23" name="_ftn23"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;[23]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt; A antropologia e sociologia começam a se interessar pelos usos da tecnologia no pós-guerra. Em 1965, P. Bourdieu mostra que o uso da máquina fotográfica não só era determinado através de suas possibilidades técnicas (maquínicas) mas também pelo meio de imersão. No mesmo sentido, Dell Hymes analisa o uso do computador (numa visão antropológica) notando que o dispositivo é muito mais um "symbole de forces ultérieures" do que um instrumento racional seguindo uma lógica simples. &lt;strong&gt;De acordo com Perriault, a compreensão desta lógica de usos dos objetos técnicos põe o homem, e não a máquina, no centro da investigação.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;CYBERPUNK: APROPRIAÇÃO, DESVIO E DESPESA NA CIBERCULTURA&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.facom.ufba.br/ciberpesquisa/lemos/apropriacao.htm"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#339999;"&gt;http://www.facom.ufba.br/ciberpesquisa/lemos/apropriacao.htm&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;André Lemos&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:85%;"&gt;...............&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#006600;"&gt;&lt;strong&gt;Um exemplo de apropriação tecnológica encontrado em um blog&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;[Quarta-feira, Julho 27, 2005] &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;Mentiras e Verdades&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Uma verdade que pode-se comprovar, é no hotmail. Se você mudar de pais no seu cadastro, digamos para os Estados Unidos, existem até tutoriais na net de como fazê-lo, o espaço passa de 2MB para 25MB instaneamente. Depois de aproximadamente 1 semana ele vai &lt;/span&gt;para 250MB.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.zach.blogger.com.br/"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#339999;"&gt;&lt;strong&gt;http://www.zach.blogger.com.br/&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/24863994-114740050479962484?l=letramentocientifico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://letramentocientifico.blogspot.com/feeds/114740050479962484/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=24863994&amp;postID=114740050479962484&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24863994/posts/default/114740050479962484'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24863994/posts/default/114740050479962484'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://letramentocientifico.blogspot.com/2006/05/apropriao-como-desvio.html' title='Apropriação como DESVIO'/><author><name>D.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17566883422799935829</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_2B72BP6tol8/SPlbnIXKCqI/AAAAAAAABGk/YYNdDgOhgEA/S220/FOTOLATTES.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-24863994.post-114723589123680167</id><published>2006-05-09T23:36:00.000-05:00</published><updated>2006-05-30T18:27:35.343-05:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Apropriação &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Podemos dizer que a cibercultura nasce pela apropriação tecnológica. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Como afirma Castells, a cibercultura, ou a sociedade informacional, é fruto da sinergia da Big Science, dos militares e do underground[19]. A cibercultura é, diferentemente da atmosfera eletro-mecânica do começo do século XX, favorável a novas formas de apropriação social dos objetos tecnológicos. O quotidiano é o terreno onde se desenvolve uma maneira, senão inteiramente nova, ao menos inusitada, de relação entre os homens e a tecnologia: a atitude cyberpunk (raiz da cibercultura) é expressão desta batalha contraditória entre os homens e seus artefatos. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;(...) As novas possibilidades oferecidas pela revolução da informática permitem que a rua possa influenciar os destinos da tecnologia. Podemos dizer que há um processo de diferenciação social produzido por micropoderes, por ações de grupos ativistas (hackers, cypherpunks, zippies, ravers, etc.) que vão compor o mosaico de forças entre a tecnologia e a vida social. Ao desencantamento do mundo (Max Weber), os cyberpunks propõem a seguinte solução: "sobreviver graças a truques (hacks), piratarias, tráfico de signos, de linguagens, de conexões"[20]. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;A análise da lógica dos usos, desenvolvida por Jacques Perriault, será útil aqui para entendermos a cibercultura e, mais especificamente, a real participação dos cyberpunks. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;De acordo com Perriault, o uso dos objetos tecnológicos não é apenas tributário das estratégias de empreendimentos de acordo com a objetividade da função do objeto, ou de acordo com uma racionalidade técnica intrínseca aos modos de usar (manuais técnicos). Sua hipótese é de que os "usuários têm uma estratégia de utilização dessas máquinas de comunicação"[21]. A sociologia dos usos visa, assim, entender o modo pelo qual usamos os objetos técnicos no quotidiano, descrevendo uma perspectiva que flutua entre a etnometodologia e a psicologia. Talvez seja mais apropriado falar em astúcia dos usos, já que este termo, mais aberto ao imprevisto, escapa à idéia de "lógica", como sustenta Perriault. Sabemos, com De Certeau[22], como os usuários inventam o quotidiano, como eles investem conteúdos simbólicos, imprimindo seus traços na mais banal ação do dia a dia. Não há uma lógica, mas antes uma dialógica complexa (Morin) entre os objetos, os usos e as obrigações funcionais destes mesmos objetos.A apropriação tem sempre uma dimensão técnica (o treinamento técnico, a destreza na utilização do objeto) e uma outra simbólica (uma descarga subjetiva, o imaginário). A apropriação é assim, ao mesmo tempo, forma de utilização, aprendizagem e domínio técnico, mas também forma de desvio (deviance) em relação às instruções de uso, um espaço completado pelo usuário na lacuna não programada pelo produtor/inventor, ou mesmo pelas finalidades previstas inicialmente pelas instituições[23].Pela apropriação está em jogo um certo esvaziamento do totalitarismo do objeto. Como mostra Schwach[24], a sociologia do uso tem por objetivo descortinar o usuário sob o ponto de vista psicológico e sociológico, com o mérito de ter retirado desses estudos os preconceitos anti-tecnológicos. Sabemos que o uso de um objeto tecnológico, do mais simples aos mais complexos, nunca está dado, sendo, também, determinado por suas utilizações. Os sociólogos do uso trabalham com "ideais tipo" weberianos, estando mais interessados em descrições ancoradas, em geral, sobre a vida social e psíquica de cada usuário. As categorias sócio-econômicas rígidas identificam os usos de acordo com velhos diagramas que não consideram nem à subjetividade, nem às influências psicológicas, nem as mudanças culturais mais sutis. De acordo com Schwach, é necessário deixar as portas abertas a um transdisciplinaridade em três níveis: a funcionalidade técnica, os mecanismos psicológicos de apropriação, e o fazer coletivo, sociológico.Segundo Perriault haveria uma linhagem que uniria as máquinas de comunicação aos seus respectivos usos. Esta linhagem é marcada, em toda a história dos media, por um desejo de simulação. A cibercultura estaria, dessa forma, marcada pelas tecnologias da simulação, proporcionando o sentimento de descolamento do aqui e agora, do espaço e do tempo. As tecnologias do virtual seriam então um resultado desse desejo onde "o uso das máquinas de comunicação favorece a criação de redes de sociabilidade (...)".[25]Sendo assim, ao analisar os usuários, devemos superar a perspectiva do uso correto ou não das máquinas de comunicação, marcados para sempre pelo estigma do consumidor passivo e envolvido por uma rede de estratégias dos produtores. Devemos vê-lo como agente. Hoje, se observarmos a dinâmica social da Internet, poderemos identificar, na evolução do uso das máquinas de comunicar, uma certa busca de tactilidade, reforçando ainda mais a apropriação social destas. Como descrevemos em outro trabalho[26], a tactilidade social potencializada pela micro-eletrônica pode ser comprovada pelas inúmeras agregações sociais. Ela é fruto de uma utilização não programada das novas tecnologias, e não um projeto de instâncias superiores. Várias ferramentas disponíveis na Internet foram criadas por usuários de forma a potencializar o lado táctil das novas tecnologias. Assim, o expoente da racionalidade científico-militar transforma-se numa busca planetária por informação e contato. Parece que a afirmação dos processos irracionais (a festa, a violência, a paixão) encontra-se potencializada pelos novos recursos tecnológicos.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/24863994-114723589123680167?l=letramentocientifico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://letramentocientifico.blogspot.com/feeds/114723589123680167/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=24863994&amp;postID=114723589123680167&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24863994/posts/default/114723589123680167'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24863994/posts/default/114723589123680167'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://letramentocientifico.blogspot.com/2006/05/apropriao-podemos-dizer-que.html' title=''/><author><name>D.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17566883422799935829</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_2B72BP6tol8/SPlbnIXKCqI/AAAAAAAABGk/YYNdDgOhgEA/S220/FOTOLATTES.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-24863994.post-114721379392116135</id><published>2006-05-09T17:19:00.000-05:00</published><updated>2006-05-11T21:42:01.383-05:00</updated><title type='text'>PENSE</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/581/2586/1600/LIVRO.0.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:180%;"&gt;&lt;strong&gt;"Quando tudo é possível, &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:180%;"&gt;&lt;strong&gt;o que é necessário?"&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/24863994-114721379392116135?l=letramentocientifico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://letramentocientifico.blogspot.com/feeds/114721379392116135/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=24863994&amp;postID=114721379392116135&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24863994/posts/default/114721379392116135'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24863994/posts/default/114721379392116135'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://letramentocientifico.blogspot.com/2006/05/pense.html' title='PENSE'/><author><name>D.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17566883422799935829</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_2B72BP6tol8/SPlbnIXKCqI/AAAAAAAABGk/YYNdDgOhgEA/S220/FOTOLATTES.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-24863994.post-114705977663591874</id><published>2006-05-07T22:34:00.000-05:00</published><updated>2006-05-10T00:35:58.156-05:00</updated><title type='text'>Influência do nome do artefato tecnológico sobre seu uso social e aceitação cultural</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/581/2586/1600/AA046977.1.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/581/2586/400/AA046977.1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#009900;"&gt;&lt;strong&gt;Segunda entrevista: Adriana Souza e Silva, &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#009900;"&gt;&lt;strong&gt;doutrora em Comunicação e Cultura - &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#009900;"&gt;&lt;strong&gt;UFRJ.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:85%;color:#009900;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;PESQUISADORA DEFINE O PERFIL DOS USUÁRIOS DE CELULAR NO MUNDO&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;Por que no Brasil e nos Estados Unidos o celular é associado à tecnologia (celular) e não ao seu aspecto de mobilidade?&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O nome que se dá à tecnologia está relacionado ao seu uso social e à aceitação cultural. Nos países onde o celular possui maior índice depenetração, o aparelho adquiriu nomes que nãoestão relacionados à tecnologia, mas à relaçãohumana com o aparelho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por exemplo, os finlandeses o nomeiam kännykkä ou känny, o que se refere a uma extensão da mão. Também na Alemanha, um telefone celular é um handy. Em espanhol, chama-se le movil. A pesquisadora Sadie Plant notou, em um relatório para a Motorola, que em árabe, é chamado de el mobile, mas, geralmente, um telefone sayaar, ou makhmul (ambos os quaisse referem a carregar). Na Tailândia, é um moto. No Japão, é keitai denwa, um telefone transportável ou simplesmente keitai ou mesmo apenas ke-tai.Na China, é sho ji, ou ‘máquina de mão’. É interessante observar que o uso do celular nesses países não se restringe apenas à fala, incluindo mensagensde texto, jogos, internet e serviços de posicionamento. O uso como telefone, nesses casos, é geralmenteo menos importante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;A passagem do ‘telefone celular’ para um telefone ‘móvel’ ou ‘transportável com a mão’ evidencia a transformação de um aparelho tecnológico para um acessório &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;a href="mailto:pessoal.R@T"&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;pessoal&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;E o que significa esta mudança?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mudança de nomenclatura representa o momento em que a tecnologia não é mais considerada apenas uma ferramenta, mas se torna parte da personalidade e da identidade do sujeito. Nos Estados Unidos, o telefone celular é basicamente usado como um segundo (ou terceiro) telefone. No Brasil, apesar de ser muitas vezes o único telefone, o celular ainda é um aparelho para falar. Além disso, tecnologicamente, o Brasil (e a maioriados países da América Latina) seguiu os Estados Unidos, só recentemente investindo na tecnologia GSM, que é o padrão europeu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Como a miniaturização das interfaces vaiinfluir no desenvolvimento dos celulares?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A miniaturização representa maior portabilidadee, conseqüentemente, uma relação mais “natural” com a tecnologia. &lt;span style="color:#990000;"&gt;&lt;strong&gt;O design também determina como e por qual público alvo essa tecnologia será usada. &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;Por exemplo, no início, os celulares japoneses foram desenhados para caber no bolso da camisa dos executivos, sendo finos, longos e com telas pequenas. Além disso, os telefones eram, em sua maioria, cinzas e pretos, visto que deveriam ser ferramentas de comunicação neutras. Algum tempo depois, quando novos produtores chegaram ao mercado,se depararam com a necessidade de venderem algo diferente e, então, surgiram os telefones com flip. &lt;strong&gt;Para a surpresa de muitos&lt;/strong&gt;, esses modelos com flip atraíram rapidamente as meninas, pois cabiam facilmente nas bolsas de mão. Além disso, a possibilidadede telas maiores facilitou a digitação de e-mails. O que aconteceu em seguida foi uma mudança do público consumidor: de executivos para adolescentes e, mais tarde, para um público mais variado. Hoje, os modelos com flip são os mais vendidos no mercado japonês. Algumas empresas, como a NTT DoCoMo, no Japão, e a Samsung, na Europa, estão investindo em pesquisa para tornar ocelular mais “vestível” (wearable), desenvolvendo modelos que podem ser usados como relógios depulso. Se pensarmos na ubiqüidade dos relógios depulso hoje em dia, é possível prever que a relação com o celular pode ser tornar tão ou mais natural, passando a ser um elemento embutido na vida cotidiana,ou seja, uma interface transparente. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.souzaesilva.com/reviews/13interview/R@T0804.pdf"&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;http://www.souzaesilva.com/reviews/13interview/R@T0804.pdf&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;&lt;strong&gt;ELER disse:&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;&lt;strong&gt;Como o Paulo bem colocou em sala e em outros blogs: a tecnologia celular no Brasil &lt;span style="color:#006600;"&gt;encontra-se ainda na fase de APROPRIAÇÃO.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Mas acredito que é um nível bem básico de apropriação, ou talvez, seria correto dizer, &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;em um estágio incial do processo de apropriação, mais avançado que ALFABETIZAÇÃO tecnológica mas &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;um pouco distante do DOMÍNIO.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#006600;"&gt;&lt;strong&gt;No&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;estágio de domínio, seria possível a REAPROPRIAÇÃO Tecnológica - um indicador de letramento tecnológico e de cultura tecnológica.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;Vejam que não concordo mais com a relação direta entre &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;ALFABETIZAÇÃO e APROPRIAÇÃO.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;&lt;strong&gt;Agora, vejo a ALFABETIZAÇÃO como uma condição para a APROPRIAÇÃO, embora não seja garantia de que esta ocorra.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;&lt;strong&gt;Em síntese, continuo entendendo a relação entre os 4 conceitos desta forma:&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;A alfabetização tecnológica &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;conduz ao letramento tecnológico (&lt;span style="font-size:85%;"&gt;embora deva ocorrer simultaneamente à primeira)&lt;/span&gt; que caracteriza uma cultura tecnológica.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;&lt;strong&gt;Em uma cultura tecnológica não é possível existirem sujeitos iletrados, embora possam existir analfabetos tecnológicos.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;&lt;strong&gt;A apropriação não é conseqüência da alfabetização tecnológica, embora esta seja condição essencial para que o processo de apropriação tecnológica seja inciado.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/24863994-114705977663591874?l=letramentocientifico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://letramentocientifico.blogspot.com/feeds/114705977663591874/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=24863994&amp;postID=114705977663591874&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24863994/posts/default/114705977663591874'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24863994/posts/default/114705977663591874'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://letramentocientifico.blogspot.com/2006/05/influncia-do-nome-do-artefato.html' title='Influência do nome do artefato tecnológico sobre seu uso social e aceitação cultural'/><author><name>D.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17566883422799935829</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_2B72BP6tol8/SPlbnIXKCqI/AAAAAAAABGk/YYNdDgOhgEA/S220/FOTOLATTES.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-24863994.post-114705926078614330</id><published>2006-05-07T22:11:00.000-05:00</published><updated>2006-05-08T21:46:52.630-05:00</updated><title type='text'>Celulares e apropriação tecnológica</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/581/2586/1600/56585720.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/581/2586/400/56585720.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;&lt;strong&gt;Oportunamente, encontrei uma entrevista com uma mestranda da UFMG&lt;/strong&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;span style="font-family:Arial;color:#006600;"&gt;&lt;strong&gt;Algumas falas dela enriquecem nossa discussão sobre a questão do tempo de apropriação &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Arial;color:#006600;"&gt;&lt;strong&gt;de uma tecnologia por uma sociedade. O que está em verde são interferências minhas&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Arial;color:#006600;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;relacionando o assunto ao que temos tratado em postagens anteriores&lt;/span&gt;.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;A jornalista Camila Maciel Mantovani analisa o impacto da cultura do celular no cotidiano das pessoas.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;"A rapidez com que os celulares foram absorvidos não só no Brasil, mas como em várias partes do mundo, é algo que chama a atenção de pesquisadores e estudiosos da área. A pesquisadora Sadie Plant, em estudo conduzido para a Motorola, diz que &lt;span style="color:#990000;"&gt;&lt;strong&gt;os celulares entrarão para a história como o “equipamento tecnológico” que foi mais rapidamente adotado pelas pessoas."&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial;color:#990000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;SIMPLICIDADE&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;"Em parte, isso se deve ao fato de que, ao utilizar os celulares, as pessoas não precisam lidar com uma série de componentes complexos, como os softwares, por exemplo."&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#006600;"&gt;&lt;strong&gt;FAMILIARIDADE DA INTERFACE &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#006600;"&gt;&lt;strong&gt;Design determinando o tempo de apropriação tecnológica&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;"Com relação à interface com os usuários, os celulares têm utilização bastante similar aos telefones convencionais (fixos). Portanto, a aprendizagem inicial para o uso da telefonia móvel não demanda grandes esforços por parte do usuário. "&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#006600;"&gt;&lt;strong&gt;ENGAJAMENTO através da personalização do artefato&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;No que se refere à produção de conteúdo para celular, hoje já temos no Brasil diversos produtos como os ringtones, as imagens, os vídeos, os jogos. E esses serviços de valor adicionado só tendem a crescer. Porém, para que seja possível a comercialização de conteúdos mais elaborados, bem como a ampliação do consumo dos mesmos, é preciso haver um amadurecimento do usuário, no que se refere à utilização do telefone celular para além dos serviços de voz. Além disso, é necessária uma modernização nos aparelhos habilitados para que possam suportar tais serviços. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:78%;"&gt;Camila Mantovani&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/24863994-114705926078614330?l=letramentocientifico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://letramentocientifico.blogspot.com/feeds/114705926078614330/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=24863994&amp;postID=114705926078614330&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24863994/posts/default/114705926078614330'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24863994/posts/default/114705926078614330'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://letramentocientifico.blogspot.com/2006/05/celulares-e-apropriao-tecnolgica.html' title='Celulares e apropriação tecnológica'/><author><name>D.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17566883422799935829</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_2B72BP6tol8/SPlbnIXKCqI/AAAAAAAABGk/YYNdDgOhgEA/S220/FOTOLATTES.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-24863994.post-114701694700017612</id><published>2006-05-07T10:38:00.000-05:00</published><updated>2006-05-07T10:55:50.306-05:00</updated><title type='text'>Tecnologias persuasivas</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/581/2586/1600/tooth.gif"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/581/2586/400/tooth.gif" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:130%;color:#cc0000;"&gt;&lt;strong&gt;Como motivar seu filho a escovar os dentes?&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Hasbro plans on launching a musical toothbrush called "Tooth Tunes" reports the &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;"When pressed to the teeth, the toothbrush renders a recorded riff from a pop star that lasts two minutes -- &lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;precisely the amount of time dentists say children should spend brushing their teeth.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;How does it work? &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;"&lt;/strong&gt; The two-minute recording is stored on a microchip no bigger than a dot atop the letter i. Push abutton on the toothbrush, and a minicomputer starts playing the song. Sound waves are transported through the transducer to the front teeth, traveling from there to the jawbone and then to the inner ear.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hasbro is in talks with several recording artists about getting rights to their recordings. Many artists would probably consider a gig in a toothbrush beneath their talents. But others might welcome the daily exposure in their young fans' lives."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.we-make-money-not-art.com/archives/004660.php"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;http://www.we-make-money-not-art.com/archives/004660.php&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#009900;"&gt;&lt;strong&gt;ELER disse:&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#009900;"&gt;&lt;strong&gt;Paulo, estou saindo do propósito do blog?&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#009900;"&gt;&lt;strong&gt;Devo criar outro blog para discutirmos estes assuntos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#009900;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#009900;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/24863994-114701694700017612?l=letramentocientifico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://letramentocientifico.blogspot.com/feeds/114701694700017612/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=24863994&amp;postID=114701694700017612&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24863994/posts/default/114701694700017612'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24863994/posts/default/114701694700017612'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://letramentocientifico.blogspot.com/2006/05/tecnologias-persuasivas.html' title='Tecnologias persuasivas'/><author><name>D.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17566883422799935829</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_2B72BP6tol8/SPlbnIXKCqI/AAAAAAAABGk/YYNdDgOhgEA/S220/FOTOLATTES.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-24863994.post-114692819875721474</id><published>2006-05-06T10:05:00.000-05:00</published><updated>2006-05-11T21:35:20.173-05:00</updated><title type='text'>Engajamento e Apropriação Tecnológica</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/581/2586/1600/ENGE.0.gif"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/581/2586/400/ENGE.0.gif" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;(...) “But school can be engaging,” manyeducators will retort. “I don’t see what isso much more engaging about this otherlife, other than the pretty graphics.” &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;To answerthis, I recently looked at the threemost popular (i.e., best-selling) computerand video games in the marketplace.They were, as of June 2004: City of Heroes, amassively multiplayer online roleplayinggame; Harry Potter and the Prisonerof Askaban, an action game for thePlayStation 2; and Rise of Nations, a real-time strategygame for the PC. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;On their boxes and Web sites, these games promise the kidswho buy and play them some very interesting experiences:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; “There’s a place wecan all be heroes.” “The Dementors arecoming, and this time Harry needs hisfriends.” “The entire span of human historyis in your hands.”Not exactly what we promise our kidsin school.“Explore…” “Take on your friends.” “Exciting!”“Challenging!” “Master…”“Amass…” “Build…” “Perform…” “Research…”“Lead…” “Don’t work alone&lt;strong&gt;.”Not exactly descriptions of today’sclassrooms and courses!&lt;/strong&gt; What’s more, the games deliver onthese promises. If they didn’t, not onlywouldn’t they be best-sellers—theywouldn’t get bought at all.In school, though, kids don’t have the“don’t buy” option. Rather than beingem powered to choose what they want (“Two hundred channels! Products madejust for you!”) and to see what interests them (“Log on! The entire world isat your fingertips!”) and to createtheir own personalized identity (“Download your own ring tone!Fill your iPod with precisely themusic you want!”)—as they are inthe rest of their lives—in school, they must eat what they areserved.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;&lt;strong&gt;And the descriptions of the games?“Create your own heroes.” “Thrilling battles!”“Encounter…” “Engage…” “Fly…” &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Mark Prensky&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Arial;color:#009900;"&gt;ELER disse:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial;color:#009900;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial;color:#009900;"&gt;Durante a última aula (05/05), uma questão me veio à mente:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial;color:#009900;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial;color:#009900;"&gt;Qual o grau de influência do Design + Marketing &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Arial;color:#009900;"&gt;sobre o tempo de apropriação de um artefato tencológico por uma sociedade? Estou pesquisando....&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial;color:#006600;"&gt;Outra questão que estou estudando:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial;color:#006600;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial;color:#006600;"&gt;Se o objetivo da Educação é, em última instância, a mudança de comportamento,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;[do latim. educare] – Promover a educação; transmitir conhecimentos; ensejar condições para o educando modificar para melhor seu comportamento.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial;color:#006600;"&gt;o que podemos aprender com o processo de desenvolvimento de produtos tecnólogicos?&lt;/span&gt; &lt;span style="font-family:Arial;color:#006600;"&gt;E das estratégias de inserção destes produtos no mercado? &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Arial;color:#006600;"&gt;Quais as técnicas de persuasão&lt;/span&gt; &lt;span style="font-family:Arial;color:#006600;"&gt;mais eficazes?&lt;/span&gt; &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;Outro exemplo: a forma como o ORKUT foi rapidamente apropriado e “enculturado” (estamos discutindo este termo ainda) no mundo, em especial no Brasil. O fato de o sujeito precisar ser CONVIDADO foi um fator determinante para este sucesso? Acredito que esta estratégia tenha promovido o mkt viral, o que corresponderia à fase do processo de engajamento de DESPERTAR A ATENÇÃO. Mas com o uso do sistema, desenvolveu-se o engajamento. O que vocês acham? Que tecnologias vocês consideram intencionalmente persuasivas?&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial;color:#006600;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/24863994-114692819875721474?l=letramentocientifico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://letramentocientifico.blogspot.com/feeds/114692819875721474/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=24863994&amp;postID=114692819875721474&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24863994/posts/default/114692819875721474'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24863994/posts/default/114692819875721474'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://letramentocientifico.blogspot.com/2006/05/engajamento-e-apropriao-tecnolgica.html' title='Engajamento e Apropriação Tecnológica'/><author><name>D.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17566883422799935829</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_2B72BP6tol8/SPlbnIXKCqI/AAAAAAAABGk/YYNdDgOhgEA/S220/FOTOLATTES.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-24863994.post-114671061882571515</id><published>2006-05-03T21:39:00.000-05:00</published><updated>2006-05-03T21:56:43.386-05:00</updated><title type='text'>Mostra pretende aproximar Santos Dumont do público</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/581/2586/1600/DI41G2.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/581/2586/400/DI41G2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Com a chegada do centenário do primeiro vôo do 14-bis, realizado em 23 de outubro de 1906, o nome de &lt;strong&gt;Alberto Santos=Dumont&lt;/strong&gt; (como o próprio assinava, no intuito de demonstrar a igual importância de suas ascendências brasileira e francesa) volta a ser notícia. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;&lt;strong&gt;Mas como traduzir visualmente toda a inventividade da obra&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;, principalmente aeronáutica, desse brasileiro que alcançou a glória internacional voando pelos céus?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;O artista plástico Guto Lacaz buscou uma resposta à altura da criatividade do pai da aviação e criou &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;"Santos=Dumont Designer".&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; A mostra, que tem abertura para o público na quarta (dia 3), no Museu da Casa Brasileira, enfatiza o papel de designer de Santos Dumont de forma dinâmica e divertida tanto para especialistas em engenharia quanto para adultos, adolescentes e crianças. Partindo de uma animação que homenageia o padre Bartolomeu de Gusmão, outro brasileiro ilustre por criar um objeto voador --no caso, o balão a ar quente, como os de festa junina--, o percurso traz painéis explicativos, projetos e maquetes em grandes dimensões que reproduzem os experimentos e aparelhos voadores de Dumont. Sua inventividade na vida pessoal também surge em um manequim que apresenta as peculiaridades de seus trajes, na reprodução cenográfica de uma de suas casas em Paris e no projeto de sua casa de Petrópolis, a Encantada. Entre as curiosidades da construção, figuram uma reprodução da escada que ele criou, cujos degraus comportam um pé de cada vez e na qual começa-se a subir sempre com o pé direito. Todos os materiais que figuram na exposição foram produzidos por Guto Lacaz e uma grande equipe, entre engenheiros, maqueteiros, animadores, iluminadores e figurinistas. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;&lt;strong&gt;Tudo para aproximar o pai da aviação do público. &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;"Santos Dumont tinha (e tem) muitos admiradores, e a gente quer que esse fã-clube aumente, principalmente entre a criançada", diz&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a class="link2" href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u59967.shtml" target="_blank"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#336666;"&gt;&lt;strong&gt;http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u59967.shtml&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; &lt;span style="font-family:arial;font-size:78%;"&gt;(LUCIANA PAREJA)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:78%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#009900;"&gt;&lt;strong&gt;ELER disse:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vejam este exemplo de desmitificação da ciência. O processo  de planejamento da exposição inicia-se com a elaboração de um conceito, da mesma forma que nós, designers, trabalhamos no dia a dia. O conceito direciona todo o trabalho, estrutura todas as peças, dá sentido ao dado. Então, planeja-se QUE EXPERIÊNCIAS devem ser oferecidas ao público para que ele vivencie a idéia estruturadora. Tive vontade de ver a exposição ;-)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/24863994-114671061882571515?l=letramentocientifico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://letramentocientifico.blogspot.com/feeds/114671061882571515/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=24863994&amp;postID=114671061882571515&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24863994/posts/default/114671061882571515'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24863994/posts/default/114671061882571515'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://letramentocientifico.blogspot.com/2006/05/mostra-pretende-aproximar-santos.html' title='Mostra pretende aproximar Santos Dumont do público'/><author><name>D.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17566883422799935829</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_2B72BP6tol8/SPlbnIXKCqI/AAAAAAAABGk/YYNdDgOhgEA/S220/FOTOLATTES.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-24863994.post-114670925919964961</id><published>2006-05-03T21:09:00.000-05:00</published><updated>2006-05-06T10:35:17.313-05:00</updated><title type='text'>ENTREVISTA COM MAGDA SOARES</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/581/2586/1600/alfab.gif"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/581/2586/320/alfab.png" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/581/2586/1600/LIVRO.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;color:#cc0000;"&gt;&lt;strong&gt;LETRAR É MAIS QUE ALFABETIZAR&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;- Ler e escrever puramente tem algum valor, afinal? &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;MAGDA SOARES&lt;/strong&gt;:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Alfabetização e letramento se somam. Ou melhor, a alfabetização é um componente do letramento. Considero que é um risco o que se vinha fazendo, ou se vem fazendo, repetindo-se que alfabetização não é apenas ensinar a ler e a escrever, desmerecendo assim, de certa forma, a importância de ensinar a ler e a escrever. É verdade que esta é uma maneira de reconhecer que não basta saber ler e escrever, mas, ao mesmo tempo, pode levar também a perder-se a especificidade do processo de aprender a ler e a escrever, entendido como aquisição do sistema de codificação de fonemas e decodificação de grafemas, apropriação do sistema alfabético e ortográfico da língua, aquisição que é necessária, mais que isso, é imprescindível para a entrada no mundo da escrita. Um processo complexo, difícil de ensinar e difícil de aprender, por isso é importante que seja considerado em sua especificidade. Mas isso não quer dizer que os dois processos, alfabetização e letramento, sejam processos distintos; na verdade, não se distinguem, &lt;span style="color:#cc0000;"&gt;&lt;strong&gt;deve-se alfabetizar letrando .&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;- De que forma? &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;MAGDA SOARES:&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Se alfabetizar significa orientar a criança para o domínio da tecnologia da escrita, letrar significa levá-la ao exercício das práticas sociais de leitura e de escrita. Uma criança alfabetizada é uma criança que sabe ler e escrever; uma criança letrada (tomando este adjetivo no campo semântico de letramento e de letrar, e não com o sentido que tem tradicionalmente na língua, este dicionarizado) é uma criança que tem o hábito, as habilidades e até mesmo o prazer de leitura e de escrita de diferentes gêneros de textos, em diferentes suportes ou portadores, em diferentes contextos e circunstâncias. Se a criança não sabe ler, mas pede que leiam histórias para ela, ou finge estar lendo um livro, se não sabe escrever, mas faz rabiscos dizendo que aquilo é uma carta que escreveu para alguém, é letrada, embora analfabeta, porque conhece e tenta exercer, no limite de suas possibilidades, práticas de leitura e de escrita. &lt;span style="color:#cc0000;"&gt;&lt;strong&gt;Alfabetizar letrando significa orientar a criança para que aprenda a ler e a escrever levando-a a conviver com práticas reais de leitura e de escrita: substituindo as tradicionais e artificiais cartilhas por livros, por revistas, por jornais, enfim, pelo material de leitura que circula na escola e na sociedade, e criando situações que tornem necessárias e significativas práticas de produção de textos. &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://intervox.nce.ufrj.br/~edpaes/magda.htm"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#339999;"&gt;&lt;strong&gt;Jornal do Brasil - 26/11/2000) &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#339999;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#339999;"&gt;&lt;strong&gt;http://intervox.nce.ufrj.br/%7Eedpaes/magda.htm&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/24863994-114670925919964961?l=letramentocientifico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://letramentocientifico.blogspot.com/feeds/114670925919964961/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=24863994&amp;postID=114670925919964961&amp;isPopup=true' title='53 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24863994/posts/default/114670925919964961'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24863994/posts/default/114670925919964961'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://letramentocientifico.blogspot.com/2006/05/entrevista-com-magda-soares.html' title='ENTREVISTA COM MAGDA SOARES'/><author><name>D.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17566883422799935829</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_2B72BP6tol8/SPlbnIXKCqI/AAAAAAAABGk/YYNdDgOhgEA/S220/FOTOLATTES.jpg'/></author><thr:total>53</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-24863994.post-114662140754880979</id><published>2006-05-02T20:36:00.000-05:00</published><updated>2006-05-02T20:56:47.563-05:00</updated><title type='text'>PESQUISA: O que o brasileiro pensa da ciência e da tecnologia ?</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/581/2586/1600/earth-sun2.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/581/2586/320/earth-sun2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Pesquisa de opinião, em nível nacional, sobre o que o brasileiro pensa a respeito da Ciência e da Tecnologia, realizada nos meses de janeiro e fevereiro de 1987, encomendada ao Instituto Gallup pelo Cnpq (Instituto Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico) e publicada sob o título "O que o brasileiro pensa da ciência e da tecnologia ? (a imagem da ciência e da tecnologia junto à população brasileira)". &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#cc0000;"&gt;Os dados deste trabalho demonstram que 70% da população urbana do Brasil lia sobre ciência e tecnologia,&lt;/span&gt; 31% afirmou gostar muito do assunto e 20% dos adultos declararam trabalhar em alguma área correlata.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma das perguntas era se os órgãos de comunicação noticiavam, satisfatoriamente, as descobertas científicas e tecnológicas, e o observado foi que 70% dos entrevistados consideram insuficientes os dados divulgados. A conclusão do Instituto Gallup foi que, apesar do grande interesse manifestado, os avanços científicos e tecnológico estão distantes da vida diária das pessoas. Para elas, a ciência tem relação com as coisas que estão muito além da compreensão.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;DIVULGAÇÃO CIENTÍFICA Que país é esse? Que ciência é essa?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Mônica Macedo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os americanos, ao contrário dos brasileiros, estão constantemente empenhados em saber o que o público pensa da ciência e da tecnologia. Desde 1979, a National Science Foundation (NSF) faz pesquisas regulares de opinião junto à população para aferir o interesse por C&amp;T e o conhecimento de conceitos científicos. No Brasil, dispomos de uma pesquisa feita em 1987, pelo Instituto Gallup, a pedido do CNPq e publicada sob o título "O que o brasileiro pensa da ciência e da tecnologia". De lá para cá, nada do mesmo porte foi feito.&lt;br /&gt;No país das estatísticas, a mais recente pesquisa da NSF, publicada em julho pela revista Nature e também noticiada pelo jornal Notícias Fapesp, mostra que a porcentagem de americanos que demonstram interesse em ciência e tecnologia cresceu nos últimos anos, de 61%, em 1992, para 70%, este ano. Ciência supera, inclusive, temas dominantes do noticiário cotidiano, como política e economia. Para Jon Miller, um dos coordenadores da pesquisa, isso se deve, em parte, à ampla cobertura jornalística nessa área.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;Deduz-se daí que a cultura científica do americano seja grande ou, pelo menos, razoável, pois trata-se de uma população que lê regularmente sobre o tema, certo? &lt;span style="color:#cc0000;"&gt;&lt;strong&gt;Errado&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;. Ao mesmo tempo que a maioria dos americanos mostra interesse pelo noticiário científico, apenas 11% sabem explicar o que é uma molécula, 44% sabem que elétrons são menores que átomos e, pasmem, apenas 45% sabem que a Terra leva um ano para dar a volta em torno do Sol; o restante acredita que ela o faz em um dia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se fizéssemos a mesma pesquisa no Brasil, incluindo nossos mais de 16 milhões de analfabetos, certamente o desconhecimento seria maior. Mas o que nos interessa nos resultados da pesquisa da NSF é outra questão. &lt;span style="color:#cc0000;"&gt;&lt;strong&gt;Que tipo de cobertura jornalística é essa que desperta grande interesse público na ciência e na tecnologia, mas mantém os leitores na ignorância de conceitos forjados pela ciência séculos atrás? &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A resposta ao problema talvez esteja nas prateleiras do supermercado da imprensa, conforme expressão do jornalista Carlos Tautz, em artigo ao Jornal da Ciência da SBPC (11/9/98). A imprensa explora a "descoberta" e o "inédito" na ciência, oferecendo ao leitor a notícia científica da mesma forma que se oferece um pacote de arroz na prateleira do supermercado, um produto pronto para o consumo. Por outro lado, como bem nota Tautz, os próprios cientistas também colaboram para mediocrizar a ciência, ao perseguirem incondicionalmente o prestígio pessoal e desprezarem outras formas de conhecimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já há algum tempo a ciência vem reconhecendo o equívoco de se ter pretendido um saber todo-poderoso, que seria capaz de dar resposta a todos os problemas da humanidade. Estamos vivendo o momento de superação dessa visão mas, em grande parte, cientistas e jornalistas ainda não nos demos conta disso. &lt;span style="color:#cc0000;"&gt;&lt;strong&gt;Fazer ciência não é descobrir as leis da natureza. Comunicar não é meramente transmitir informações.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; Nos resta o desafio de criar uma alternativa à divulgação tradicional, discutir o papel da ciência e prestar mais atenção a saberes e sujeitos até agora menosprezados, tanto no processo científico quanto jornalístico. Ou então, não nos surpreenderemos com resultados como os da pesquisa da NSF, que continuarão a se repetir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://observatorio.ultimosegundo.ig.com.br/ofjor/ofc200998b.htm"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#339999;"&gt;http://observatorio.ultimosegundo.ig.com.br/ofjor/ofc200998b.htm&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;&lt;strong&gt;ELER disse:&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;Pelo visto, os jornalistas são competentes em atrair e seduzir o homem comum para o assuntos Ciência e Tecnologia, mas o processo de ENGAJAMENTO não se completa. Limita-se&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;à fase de ATENÇÃO inicial. Uma experiência engajante, para ser completa deve passar por pelo menos três estágios: atenção, engajamento e conclusão. E até prolongar-se em outras experiências complementares. No entanto, penso que, no propósito de aproximar-se deste sujeito comum, os cientistas devem aliar-se aos profissionais de comunicação, porque o processo de aculturação tecnológica e científica pressupõe o diálogo, e este, a linguagem comum, a interação.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/24863994-114662140754880979?l=letramentocientifico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://letramentocientifico.blogspot.com/feeds/114662140754880979/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=24863994&amp;postID=114662140754880979&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24863994/posts/default/114662140754880979'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24863994/posts/default/114662140754880979'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://letramentocientifico.blogspot.com/2006/05/pesquisa-o-que-o-brasileiro-pensa-da.html' title='PESQUISA: O que o brasileiro pensa da ciência e da tecnologia ?'/><author><name>D.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17566883422799935829</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_2B72BP6tol8/SPlbnIXKCqI/AAAAAAAABGk/YYNdDgOhgEA/S220/FOTOLATTES.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-24863994.post-114660724810327201</id><published>2006-05-02T16:46:00.000-05:00</published><updated>2006-05-02T17:08:09.110-05:00</updated><title type='text'>Alfabetização e Cultura Científica: conceitos convergentes?</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Por Marcelo Sabbatini &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Resumo &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;.................&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A partir da conceituação de alfabetização científica e de sua utilização histórica como objetivo ideal tanto por parte da comunidade dedicada à comunicação pública da ciência e da tecnologia como da educação científica pelo setor da educação formal, analisa-se o desenvolvimento deste conceito, relacionando-o com o emergente conceito de cultura científica. O direcionamento do debate a esta última concepção atende a uma reformulação que se produz paralelamente tanto no campo das ações comunicativas como educativas, com o traslado do foco nos elementos cognitivos (compreensão e explicação) em direção à contextualização da ciência e da tecnologia na cultura e nas atividades cotidianas, assim como à compreensão da natureza da produção do conhecimento científico e dos impactos de sua aplicação tecnológica. Em última instância, esta base cultural permitiria uma participação verdadeira da sociedade em seu sentido mais amplo no desenvolvimento científico-tecnológico, ao mesmo tempo em que serviria como fundamento para a formação especializada em ciência e tecnologia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.jornalismocientifico.com.br/revista1artigosergiobialski.htm"&gt;http://www.jornalismocientifico.com.br/revista1artigosergiobialski.htm&lt;/a&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;ELER disse:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Colegas, este artigo não fala em &lt;strong&gt;LETRAMENTO CIENTÍFICO&lt;/strong&gt;, antes, a definição de Alfabetização Científica parece englobar o que, para alguns autores, seria o letramento:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;O conceito de alfabetização científica, proposto pela American Association for the Advancement of Science (AAAS), inclui as habilidades para familiarizar-se com o mundo natural e reconhecer sua diversidade e sua unidade; de entender os conceitos fundamentais e os princípios científicos; de perceber a inter-relação entre a matemática, a ciência e a tecnologia; de assumir que estas são empresas humanas, o que também implica ter limitações; de adquirir a capacidade de pensar segundo o exigido pelo rigor científico e de &lt;strong&gt;utilizar o conhecimento científico com propósitos individuais e sociais.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;Por outro lado, nesta colocação, o autor parece usar o termo Cultura Científica no mesmo sentido que temos entendido LETRAMENTO CIENTÍFICO:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;A concepção da alfabetização científica como um atributo individual se revela insuficiente para compreender a circulação e uso social do conhecimento, assim como a participação cidadã. Uma vez assumido que a ciência e a tecnologia são partes da sociedade, é necessário um maior nível de integração destes conceitos para converter a denominada "cultura científica" em &lt;strong&gt;conteúdos manifestos nas práticas gerais e presentes no sentido comum.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;Confesso que fiquei um pouco confusa, mas cheguei a esta representação das relações dos conceitos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;ALFABETIZAÇÃO CIENTÍFICA &gt; LETRAMENTO CIENTÍFICO &gt; CULTURA CIENTÍFICA.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Qual a opinião de vocês a respeito?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/24863994-114660724810327201?l=letramentocientifico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://letramentocientifico.blogspot.com/feeds/114660724810327201/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=24863994&amp;postID=114660724810327201&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24863994/posts/default/114660724810327201'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24863994/posts/default/114660724810327201'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://letramentocientifico.blogspot.com/2006/05/alfabetizao-e-cultura-cientfica.html' title='Alfabetização e Cultura Científica: conceitos convergentes?'/><author><name>D.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17566883422799935829</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_2B72BP6tol8/SPlbnIXKCqI/AAAAAAAABGk/YYNdDgOhgEA/S220/FOTOLATTES.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-24863994.post-114658060943254194</id><published>2006-05-02T09:32:00.000-05:00</published><updated>2006-05-02T21:40:10.753-05:00</updated><title type='text'>Alfabetização científica e cidadania</title><content type='html'>&lt;div align="left"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/581/2586/1600/IC11.0.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/581/2586/400/IC11.0.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#cc0000;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/581/2586/1600/IC11.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#cc0000;"&gt;"A alfabetização científica é importante para o pleno exercício da cidadania. Para que essa afirmativa não parece simplesmente como mais um chavão, podemos dar alguns exemplos do quotidiano em que o analfabeto científico tem sérias dificuldades, mencionando o respectivo conceito que lhe falta para evitá-las.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por exemplo, é difícil (e às vezes quase impossível) tomar corretamente um anticoncepcional ou um medicamento. Muitas mulheres e seus parceiros não conseguem ver qualquer tipo de relação de causaefeito que efetivamente justifique o uso da pílula com regularidade, mesmo nos dias em que eles não têm relação sexual. É aceita, quando muito, uma relação de causalidade muito imediata: a gravidez pode vir da relação sexual, "então" é preciso tomar a pílula quando se tem uma relação, e é só. Além disso, os medicamentos em geral são receitados esperando-se que o paciente tenha a noção de ciclo, de continuidade e de intervalo de tempo. Já presenciei, por exemplo, uma mãe ler em voz alta a receita que mandava ministrar o remédio ao filho de 12 em 12 horas e concluir que ela deveria "então" dar o remédio ao meio-dia e à meia-noite. Por outro lado, um dos problemas do tratamento da tuberculose é que tão logo as pessoas melhoram, interrompem o tratamento. A necessidade e a prática do uso do cinto de segurança, por sua vez, só serão melhor compreendidas se a pessoa tiver o conceito da lei de inércia da Física. Outro exemplo ligado ainda ao automóvel refere-se ao respeito aos limites de velocidade. É muito difícil alguém que não seja alfabetizado cientificamente compreender que os danos em um acidente a alta velocidade são muito maiores do que a baixas velocidades, sem que ele tenha noção da conservação de momento linear.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;&lt;strong&gt;Poderíamos dar uma lista enorme de exemplos, mas a importância da alfabetização científica não deve se restringir a melhorar pontualmente o quotidiano das pessoas;&lt;br /&gt;ela deve mudar as próprias pessoas."&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;a href="http://www.cbpf.br/~eduhq/html/publicacoes/links_publicacoes/ciencia_sociedade_cs00802/cs01003.pdf"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#339999;"&gt;http://www.cbpf.br/~eduhq/html/publicacoes/links_publicacoes/ciencia_sociedade_cs00802/cs01003.pdf&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;:-) As bulas de remédios são atentados contra a cidadania, vocês concordam? &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;Vejam esta proposta de redesign das embalagens de medicamentos: &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="color:#339999;"&gt;http://target.com/clearrx/clearrx_sitelet.jhtml&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/24863994-114658060943254194?l=letramentocientifico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://letramentocientifico.blogspot.com/feeds/114658060943254194/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=24863994&amp;postID=114658060943254194&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24863994/posts/default/114658060943254194'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24863994/posts/default/114658060943254194'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://letramentocientifico.blogspot.com/2006/05/alfabetizao-cientfica-e-cidadania_02.html' title='Alfabetização científica e cidadania'/><author><name>D.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17566883422799935829</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_2B72BP6tol8/SPlbnIXKCqI/AAAAAAAABGk/YYNdDgOhgEA/S220/FOTOLATTES.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-24863994.post-114657549191606818</id><published>2006-05-02T08:09:00.000-05:00</published><updated>2006-05-02T08:14:03.966-05:00</updated><title type='text'>Conceitos</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;a) Letramento&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Assiste-se, no interior das pesquisas sobre ensino de ciências, a crescente utilização do conceito “letramento científico”, que surge como uma alternativa ao conceito de “alfabetização científica”, igualmente difundido. Ambos referem-se à discussão sobre a educação científica e os objetivos que a norteiam. Embora bastante próximos, os dois termos trazem em si algumas diferenças fundamentais, que nos levama optar pelo conceito de letramento científico. As razões que fundamentam essa escolha podem ser encontradasnos significados dos termos. Na realidade, os processos da alfabetização e do letramento, embora intimamente relacionados e mesmo indissociáveis, guardam especificidades, pois se referem a elementos distintos. A alfabetização refere-se às habilidades e conhecimentos que constituem a leitura e a escrita, no plano individual, ao passo que o termoletramento refere-se às práticas efetivas de leitura e escrita no plano social. Assim, uma pessoa letrada não é somente aquela que é capaz de decodificar a linguagem escrita, mas aquela que efetivamente faz uso desta tecnologia na vida social de uma maneira mais ampla. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;b) Letramento científico&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;O conceito de letramento, após sua gênese, foi expandido para outras esferas, como o ensino de c&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;iências e de matemática. No caso específico do ensino de ciências, a utilização deste termo traz potencialidades para a discussão dos objetivos e das práticas efetivas de ensino de ciências, mas, como toda metáfora, devemos manter uma certa cautela quanto à sua utilização. Na verdade, nas pesquisas sobre ensino de ciências, tem-se utilizado indiscriminadamente os termos alfabetização científica e letramento científico (Acevedo, Vázquez e Manassero, 2003; Santos, Gauche, Mol, Silva &amp; Baptista, 2003), ambos referindo-se à importância de preparar o indivíduo para a vida em uma sociedade científica e tecnológica, na qual o conhecimento assume um papel essencial, dentro de uma perspectiva crítica da ciência e da tecnologia. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff6600;"&gt;&lt;strong&gt;Se mantivermos as diferenciações dos termos originais, poderíamos pensar na alfabetização científica, como sendo referente à aprendizagem dos conteúdos e da linguagem científica. &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff6600;"&gt;&lt;strong&gt;Por outro lado, o letramento científico, se refere ao uso do conhecimento científico e tecnológico no cotidiano, no interior de um contexto sócio-histórico específico&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;c) Letramento científico e a Abordagem CTS&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acevedo, Vázquez e Manassero (2003) apontam a aproximação entre o letramento científico e os objetivospropostos pela abordagem Ciência, Tecnologia e Sociedade (CTS), &lt;strong&gt;na medida em que se busca &lt;span style="color:#ff6600;"&gt;não somente a compreensão do conhecimento científico&lt;/span&gt;, de suas condições de produção e utilização, &lt;span style="color:#ff6600;"&gt;mas possibilitara o indivíduo a interação&lt;/span&gt; com os elementos científicos e tecnológicos da vida social.&lt;/strong&gt; Considerandose que a presença da ciência e da tecnologia se coloca no cotidiano e que questões mais amplas sobre o desenvolvimento científico e tecnológico têm repercussões diretas sobre a sociedade, o ensino de ciências, dentro desta perspectiva, constitui-se em uma estratégia importante de inclusão do indivíduo na vida social,de uma maneira ativa e não meramente na qualidade de espectador. Ressalta-se a compreensão da ciênciacomo prática social, o que nos leva a discutir suas condições de produção, divulgação e aplicação, bem como a possibilidade de controle sobre a ciência e a tecnologia que a detém.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.blues.uab.es/~sice23/congres2005/material/comuni_orales/3_Relacion_invest/3_2/Mamede_412.pdf"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#339999;"&gt;http://www.blues.uab.es/~sice23/congres2005/material/comuni_orales/3_Relacion_invest/3_2/Mamede_412.pdf&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/24863994-114657549191606818?l=letramentocientifico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://letramentocientifico.blogspot.com/feeds/114657549191606818/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=24863994&amp;postID=114657549191606818&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24863994/posts/default/114657549191606818'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24863994/posts/default/114657549191606818'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://letramentocientifico.blogspot.com/2006/05/conceitos_02.html' title='Conceitos'/><author><name>D.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17566883422799935829</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_2B72BP6tol8/SPlbnIXKCqI/AAAAAAAABGk/YYNdDgOhgEA/S220/FOTOLATTES.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-24863994.post-114651455897118840</id><published>2006-05-01T15:13:00.000-05:00</published><updated>2006-05-01T15:15:58.973-05:00</updated><title type='text'>Segunda proposta de questionário</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Paulo e Andréia, bom dia.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nosso grupo andou discutindo a respeito da nossa entrevista e optamos por reformular as perguntas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O questionário ficou assim:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Você já ouviu falar em Alfabetização Científica? Em que contexto? O que, para você, significa isso?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. Você já ouviu falar em Letramento Científico? Em que contexto? O que, para você, significa isso?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. Para você, ciências e tecnologia são importantes na formação do cidadão? Por quê?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4. Você trabalha com seus alunos questões referentes à ciência e à tecnologia? Em caso negativo, por quê?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5. Você já utilizou alguns destes instrumentos no processo de ensino com seus alunos? Em caso afirmativo, como você utilizou cada recurso?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(  ) Visitas a museus&lt;br /&gt;(  ) Visitas a feiras&lt;br /&gt;(  ) Atividades em parques&lt;br /&gt;(  ) Internet&lt;br /&gt;(  ) Softwares&lt;br /&gt;(  ) Periódicos&lt;br /&gt;(  ) Cinema/Teatro&lt;br /&gt;(  ) Áudio-visual&lt;br /&gt;(  ) Jogos&lt;br /&gt;(  ) Games de computador&lt;br /&gt;(  ) Outros (especifique)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6. Para você, quais seriam os principais objetivos do ensino de ciências?&lt;br /&gt;6.1 Você acha que o ensino de ciências nessa escola atinge esses objetivos?&lt;br /&gt;Em caso afirmativo, por quê?&lt;br /&gt;Em caso negativo, o que você acha que precisaria ser modificado? Por quê?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7. Você acha que recursos tecnológicos podem auxiliar nos processos de ensino e aprendizagem? Por quê?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estamos aguardando a análise de vocês para aplicar o questionário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abraços.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O grupo&lt;br /&gt;.......&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Colegas dos demais grupos, os comentários de vocês são muito bem-vindos ;-)&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/24863994-114651455897118840?l=letramentocientifico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://letramentocientifico.blogspot.com/feeds/114651455897118840/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=24863994&amp;postID=114651455897118840&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24863994/posts/default/114651455897118840'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24863994/posts/default/114651455897118840'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://letramentocientifico.blogspot.com/2006/05/segunda-proposta-de-questionrio.html' title='Segunda proposta de questionário'/><author><name>D.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17566883422799935829</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_2B72BP6tol8/SPlbnIXKCqI/AAAAAAAABGk/YYNdDgOhgEA/S220/FOTOLATTES.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-24863994.post-114651341940945884</id><published>2006-05-01T14:51:00.000-05:00</published><updated>2006-05-01T17:08:53.020-05:00</updated><title type='text'>Primeira proposta de questionário</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Alfabetização e Letramento em Ciência e Tecnologia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Colegas, &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Nosso grupo aplicará um questionário, seguido de grupo focal, a um grupo de 10 professores do ensino médio, em uma escola da rede de ensino particular. Esperamos que a análise dos dados colhidos possa nos revelar indicadores de como o tema Alfabetização e Letramento em Ciência e Tecnologia é compreendido por estes profesores.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Proposta de questionário&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que você entende por Alfabetização científica e Letramento Científico?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na sua opinião, qual o papel das ciências na inclusão do indivíduo na vida social?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como você relacionaria estes dois conceitos: cotidiano e conhecimento científico?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Qual a sua metodologia no ensino das ciências (biologia?)?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como você acha que deveria ser o ensino das ciências?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como você avalia o conhecimento científico de seus alunos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dados dos entrevistados&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Escolaridade&lt;br /&gt;Área de atuação&lt;br /&gt;Tempo de atuação&lt;br /&gt;Idade&lt;br /&gt;Sexo&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/24863994-114651341940945884?l=letramentocientifico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://letramentocientifico.blogspot.com/feeds/114651341940945884/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=24863994&amp;postID=114651341940945884&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24863994/posts/default/114651341940945884'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24863994/posts/default/114651341940945884'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://letramentocientifico.blogspot.com/2006/05/primeira-proposta-de-questionrio.html' title='Primeira proposta de questionário'/><author><name>D.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17566883422799935829</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_2B72BP6tol8/SPlbnIXKCqI/AAAAAAAABGk/YYNdDgOhgEA/S220/FOTOLATTES.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-24863994.post-114520125087491556</id><published>2006-04-16T10:17:00.000-05:00</published><updated>2006-05-01T15:21:18.636-05:00</updated><title type='text'>Museus e centros de ciências virtuais</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/581/2586/1600/escher%20museu.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/581/2586/320/escher%20museu.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#00cccc;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#333333;"&gt;&lt;strong&gt;Museos y centros de ciencia virtuales -&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#00cccc;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#333333;"&gt;complementación y potenciación del aprendizaje de ciencias a través de experimentos virtuales. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#00cccc;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#333333;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Departamento de Teoría e Historia de la Educación. Universidad de Salamanca. Noviembre de 2004.&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#00cccc;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#333333;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#00cccc;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#333333;"&gt;(Tesis doctoral dirigida por los Drs. Miguel Ángel Quintanilla y Joaquín García Carrasco).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.sabbatini.com/marcelo/museus.htm"&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#00cccc;"&gt;http://www.sabbatini.com/marcelo/museus.htm&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/24863994-114520125087491556?l=letramentocientifico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://letramentocientifico.blogspot.com/feeds/114520125087491556/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=24863994&amp;postID=114520125087491556&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24863994/posts/default/114520125087491556'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24863994/posts/default/114520125087491556'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://letramentocientifico.blogspot.com/2006/04/museus-e-centros-de-cincias-virtuais.html' title='Museus e centros de ciências virtuais'/><author><name>D.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17566883422799935829</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_2B72BP6tol8/SPlbnIXKCqI/AAAAAAAABGk/YYNdDgOhgEA/S220/FOTOLATTES.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-24863994.post-114441281631518830</id><published>2006-04-07T07:24:00.000-05:00</published><updated>2006-05-01T15:06:15.560-05:00</updated><title type='text'>INCLUSÃO SOCIAL E LETRAMENTO CIENTÍFICO</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/581/2586/1600/tomara_qualit_r1_c1.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.cnpq.br/noticias/120903a.htm"&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#339999;"&gt;&lt;strong&gt;http://www.cnpq.br/noticias/120903a.htm&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#339999;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://quimicanova.sbq.org.br/No%20Prelo/ED/ED05350.pdf"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="color:#339999;"&gt;&lt;strong&gt;http://quimicanova.sbq.org.br/No%20Prelo/ED/ED05350.pdf&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#339999;"&gt;&lt;strong&gt;.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/24863994-114441281631518830?l=letramentocientifico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://letramentocientifico.blogspot.com/feeds/114441281631518830/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=24863994&amp;postID=114441281631518830&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24863994/posts/default/114441281631518830'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24863994/posts/default/114441281631518830'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://letramentocientifico.blogspot.com/2006/04/incluso-social-e-letramento-cientfico.html' title='INCLUSÃO SOCIAL E LETRAMENTO CIENTÍFICO'/><author><name>D.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17566883422799935829</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_2B72BP6tol8/SPlbnIXKCqI/AAAAAAAABGk/YYNdDgOhgEA/S220/FOTOLATTES.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-24863994.post-114441137326767529</id><published>2006-04-07T06:54:00.000-05:00</published><updated>2006-05-01T15:05:40.110-05:00</updated><title type='text'>MUSEUS E LETRAMENTO CIENTÍFICO</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/581/2586/1600/space.0.jpg"&gt;&lt;span style="color:#339999;"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/581/2586/400/space.0.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.redpop.org/8reunion/9rrp_carteles/erickazimmermann.doc"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#339999;"&gt;http://www.redpop.org/8reunion/9rrp_carteles/erickazimmermann.doc&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#339999;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/24863994-114441137326767529?l=letramentocientifico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://letramentocientifico.blogspot.com/feeds/114441137326767529/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=24863994&amp;postID=114441137326767529&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24863994/posts/default/114441137326767529'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24863994/posts/default/114441137326767529'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://letramentocientifico.blogspot.com/2006/04/museus-e-letramento-cientfico.html' title='MUSEUS E LETRAMENTO CIENTÍFICO'/><author><name>D.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17566883422799935829</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_2B72BP6tol8/SPlbnIXKCqI/AAAAAAAABGk/YYNdDgOhgEA/S220/FOTOLATTES.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-24863994.post-114350553539662476</id><published>2006-03-27T19:19:00.000-05:00</published><updated>2006-05-03T21:47:01.590-05:00</updated><title type='text'>REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS</title><content type='html'>&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Desafios da Alfabetização &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Científica&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#339999;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;http://www.cbpf.br/~eduhq/html/publicacoes/links_publicacoes/ciencia_sociedade_&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;cs00802/cs01003.pdf&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;Ensinando “AlfabetizaçãoCientífica”&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#339999;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://calvados.c3sl.ufpr.br/ojs2/index.php/educar/article/viewFile/2031/1683"&gt;http://calvados.c3sl.ufpr.br/ojs2/index.php/educar/article/viewFile/2031/1683&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#339999;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;ACEVEDO, J. A., VÁZQUEZ, A. &amp; MANASSERO M. A. (2003) Papel de la educación CTS en una alfabetización científica y tecnológica para todas las personas. Revista Electrónica de Enseñanza de las Ciencias. Vol. 2 No. 2. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#339999;"&gt;&lt;strong&gt;http://www.saum.uvigo.es/reec/volumenes/ volumen2/ Acessado em 18.08.2004.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;BRANDI, A. T. E. &amp;amp; GURGEL, C. M. do A. (2002) A Alfabetização Científica e o Processo de Ler e Escrever em Séries Iniciais: Emergências de um estudo de investigação-ação. Ciência &amp; Educação, v. 8, no. 1, p.113-125. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;a href="http://www.fc.unesp.br/pos/revista/pdf/revista8vol1/a9r8v1.pdf"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#339999;"&gt;&lt;strong&gt;http://www.fc.unesp.br/pos/revista/pdf/revista8vol1/a9r8v1.pdf&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#339999;"&gt;&lt;strong&gt; Acessado em 18.08.2004.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;SANTOS, W. L. P. dos, GAUCHE, R., MOL, G. de S., SILVA, R. R. da &amp;amp; BAPTISTA, J. de A. (2003) Letramento Científico e Tecnológico e Pesquisa Sobre Formação de Professores: Desafios e Questões Teórico-Metodológicas. Texto produzido para discussão no Workshop “A pesquisa em educação química no Brasil: abordagens teóricas e metodológicas”, sob coordenação do Prof. Eduardo Fleury Mortimer (UFMG), por ocasião da 26ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira de Química – SBQ –, em 26/5/2003, em Poços de Caldas – MG. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;SANTOS, W. L. P. dos &amp; SCHNETZLER, R. P. (1998) Ciência e educação para a cidadania. In: Attico, I. C.; Oliveira, R. J. (Org.). Ciência, ética e cultura na educação. São Leopoldo, p. 255-270. SOARES, M. Letramento e Alfabetização: as muitas facetas. (2004) Texto apresentado na 26a Reunião da ANPED, Poços de Caldas. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#339999;"&gt;&lt;strong&gt;http://www.anped.org.br/26/outrostextos/semagdasoares.doc Acessado em 18.08.2004&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;SOARES, Magda. Letramento : um tema em três gêneros. Belo Horizonte, Autêntica, 1998.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/24863994-114350553539662476?l=letramentocientifico.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://letramentocientifico.blogspot.com/feeds/114350553539662476/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=24863994&amp;postID=114350553539662476&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24863994/posts/default/114350553539662476'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24863994/posts/default/114350553539662476'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://letramentocientifico.blogspot.com/2006/03/referncias-bibliogrficas.html' title='REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS'/><author><name>D.</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17566883422799935829</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_2B72BP6tol8/SPlbnIXKCqI/AAAAAAAABGk/YYNdDgOhgEA/S220/FOTOLATTES.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
